Quinta-feira, 7 de dezembro de 2017 - 21h23
Superpopulação
de siglas
Entre os mais de 50 partidos em criação no país – que se forem aprovados pela justiça eleitoral somarão quase 100 legendas – esta a Aliança Renovadora Nacional-ARENA que nasceu durante a ditadura para dar sustentação ao governo militar. Foi o maior partido do Ocidente durante décadas e usou de todos os subterfúgios para se manter no poder, criando até regras absurdas para frear o crescimento da oposição, no caso o antigo MDB.
Com a ARENA perdendo força, o seu partido sucedâneo, o PDS teve grandes confrontos com o MDB, depois transformado em PMDB, que hoje é a maior legenda partidária do Brasil. O PDS também criou seus filhos, sendo o mais conhecido o atual Partido Progressista - PP. Já, do PMDB, criou-se uma dissidência que deu origem ao PSDB.
Na farra partidária que prospera no país, também rola o renascimento de outras siglas, entre elas do PRONA, aquele partido que foi liderado pelo barbudo Enéas e que depois se fundiu para criar outra agremiação. Urge a clausula de barreiras que já deve começar a vigorar em 2018 para frear a superpopulação de siglas
Olhos abertos

Aquele fenômeno climático, conhecido como El Nina, que bagunçou o coreto de Porto Velho em 2014, causando o maior desastre natural da história local, esta de volta a região e já causando chuvas intensas por aqui. Não se sabe ainda a magnitude da influencia que o fenômeno poderá alcançar na capital rondoniense novamente, mas é bom já todo mundo ficar de olhos abertos.
O esquemão
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As novas denuncias premiadas estão trazendo a tona uma sociedade firmada por figuras conhecidas no cenário nacional para a construção da usina hidrelétrica de Apertadinho em Rondônia. Estariam no mesmo bloco onde pularam cirandinha, o delator Lucio Funaro, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, o ex-ministro de Temer, Gedel Vieira Lima e, pasmem, também estaria envolvido o nosso senador Ivo Narciso Cassol, apupado pela justiça também por outras falcatruas. Que time!
Eleições 2018
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De asas crescidas, os políticos do meio evangélico vêm com a corda toda para as eleições de 2018. O segmento conta com dois deputados federais, que são Marcos Rogério (DEM-Ji-Paraná) e Nilton Capixaba (PTB-Cacoal). Dos novos, poderá emergir das urnas com o balaio cheio de votos, o pastor Valadares (PSC-Porto Velho) que tomou gosto da política depois que ocupou a cadeira de senador recentemente. Valadares já esta no trecho.
Os Ex-prefeitos

Os ex-prefeitos rondonienses vêm aí botando seu bloco na rua para as eleições de 2018 e a maioria para disputar as cadeiras a Câmara dos Deputados. Entre eles Roberto Sobrinho (PT-Porto velho), Melki Donadon (PMDB-Vilhena), Ernandes Amorim (PTB-Ariquemes), José Guedes (PSDB-Porto Velho). Já, Lorivaldo Amorim (Ariquemes), lidera um pelotão de ex-alcaides que deve buscar vagas na Assembléia Legislativa.
Uma gangorra
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Com o crescimento do deputado Só na Bença (PMDB) em Pimenta Bueno, mais o lançamento da candidatura do ex-prefeito daquela cidade Jean Mendonça (PTB) na peleia da Assembléia Legislativa, quem ficou em apuros na região foi o deputado Cleyton Roque (PSB) com seu projeto de reeleição. Além disto, a metade dos seus votos forma na capital com apoio do ex-prefeito Nazif. Como não fez nada por Porto Velho, seu futuro é cinzento por aqui.
Via Direta
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