Segunda-feira, 1 de abril de 2019 - 12h49

Os candidatos são treinados pelos
marqueteiros para dizer o que a plateia quer ouvir. Isso garante aplausos e
ninguém lembra de tomates e ovos podres para atirar no orador. Já no governo, precisarão
dizer coisas duras, mas não podem perder nenhuma oportunidade para reforçar
ideias agradáveis e sensatas.
Ao falar no 17º Fórum de
Governadores da Amazônia Legal, em Macapá, o governador do Acre, Gladson
Cameli, não apenas disse o que a seleta plateia do conclave gostaria de ouvir,
mas também o que o mundo todo esperava sair da boca de um líder brasileiro. Cameli
defendeu a ideia mais propícia ao consenso nestes tempos de polarização maluca:
é possível conciliar a preservação da Amazônia com o desenvolvimento econômico.
Seria ingenuidade achar que as
palavras ditas no Fórum, que reuniu os governadores ficariam ecoando apenas
entre aquelas paredes: hoje, tudo o que tenha a mínima relação com a Amazônia,
para o bem ou para o mal, interessa e repercute pelo mundo.
O desenvolvimento do agronegócio
na Amazônia é uma necessidade. Será inútil qualquer tentativa de bani-lo mesmo
em nome das mais nobres causas. O que interessa é canalizar as energias do
progresso no rumo da sustentabilidade.
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Os conflitos
Em discurso no Congresso, o
senador Confucio Moura (MDB-RO) afirmou que pelo menos 70 mil propriedades rurais
estão aguardando os procedimenos da regularização fundiária no estado de
Rondônia. Segundo ele, os problemas de documentação têm gerado conflitos violentos
na disputa de terras e a União precisa ser sensível a questão. Foram dezenas de
mortos nos últimos anos.
A sensibilidade?
Infelizmente o governo Bolsonaro
não esta nem aí para os problemas fundiários da Amazônia. Recentemente o Incra
suspendeu todas as fiscalizações nas propriedades rurais para efeito de
titulação de terras. Lamentavelmente os programas Terra Legal, do Incra e da
esfera estadual no tocante as pendências estão paralisados e não se sabe quando
serão reaativados.
Eleições 2020
Aumentam os nomes cogitados para entrar
na disputa pela prefeitura de Porto Velho no ano que vem. Além de Leo Moraes (Podemos)
Vinicius Miguel (Novo), Daniel Pereira (PSB), Kazan Roriz (sem partido), temos
agora a vereadora Elis Regina e o ex-deputado estadual Jesoino. Os últimos
buscam novos partidos para a disputa. E
o PP poder lançar a vereadora Cristiane, em ascensão bem votada a federal na capital.
Asas crescidas
Este negócio de eleger vice-presidente,
vice-governador, vice-prefeito e secretários adjuntos é um baita problema.
Tradicionalmente, os vices têm sido problemas para prefeitos na capital, assim
como para os governadores de Rondônia. Jodam, de asas crescidas, já é uma
pedrinha no sapato de Rocha. E os adjuntos? Muitos conspiram claramente contra
os titulares no CPA e no Paço Tancredo Neves.
Mais reforços
Os seis partidos oposicionistas
com assento no Congresso Nacional dispostos a barrar o projeto da Reforma da Previdência
do presidente Jair Bolsonaro (PSL) receberam um baita reforço nesta cruzada de
esquerda. Trata-se da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil –CNBB que vê no
conjunto das obra, regras ocasionando
prejuízos para a população menos aquinhoda pela sorte.
Via Direta
*** O Vale do Jamari, é a região mais prejudicada pelo inverno
amazonico no estado de Rondônia *** A
região já estava devastada pelos aguaceiros e nesta estação e a coisa piorou de
vez com a queda das barragens próximas de Machadinho e com sete pontes despencando
água a baixo *** Os prefeitos rondonienses
estão se reunindo para a Marcha dos Municípios em Brasilia *** É muito papo
furado, vão se cheirar com Planalto e parlamentares federais para nada. Voltam
sempre de pires na mão – e diárias gordas no bolso reembolsadas...
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