Quinta-feira, 18 de dezembro de 2025 - 17h11

Em
todos os setores, diariamente são comunicadas novas descobertas sobre a
Amazônia. Isso não significa que só agora ocorrem descobertas, pois grande
parte das pesquisas ficava restrita ao seu nicho acadêmico. Com a comunicação
imediata trazida pela Internet, as informações chegam ao público imediatamente
e se mantém nas memórias virtuais.
Ainda
assim, há um fator de multiplicação: o desenvolvimento da ciência e da
tecnologia permite o aprofundamento das antigas pesquisas e a abertura de novas
investigações capazes de confirmar ou reformular antigas conclusões. Com isso,
não só as antigas pesquisas ganham visibilidade como são objeto de investigações
mais conclusivas.
A
arqueologia é um dos campos em que mais descobertas vêm a público, seja na
revelação de sítios antes ocultos que a tecnologia permite localizar mais
rapidamente, seja na confirmação ou correção de dados anteriores. Ela possui
uma qualidade que a torna imprescindível na atualidade: faz uma longa leitura
do passado, apresentando camadas de tempo, causas e consequências que trazem
ensinamentos fundamentais.
Nesse
sentido, o antropólogo Eduardo Góes Neves cita o caso da mandioca, que se
espalhou por várias partes do mundo, mas a arqueologia mostrou que ela tem origem
no sudoeste amazônico (Rondônia, Mato Grosso, Sul da Bolívia).
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Legião de indecisos
Temos
uma verdadeira legião de indecisos para as disputas ao Senado da República e ao
governo estadual. A começar pelo governador Marcos Rocha (União Brasil) que
hesita em deixar a titularidade do Palácio Rio Madeira para disputar o Senado.
As indecisões seguem com o ex-prefeito Hildon Chaves (PSDB) que ainda não resolveu
o cargo que vai pelejar, o senador Confúcio Moura (MDB) indeciso entre o
governo estadual e a reeleição ao Senado. O senador Marcos Rogério (PL) ainda
não anunciou o cargo que vai disputar e o deputado federal Fernando Máximo (UB)
espera clarear o cenário para se pronunciar.
Bancada devendo
A
bancada federal de Rondônia encerra 2025 devendo ao povo de Rondônia. Não
somente ela, toda a classe política rondoniense, pode até fazer balanços
maquiados mostrando serviço, mas o saldo foi bem negativo. Senão vejamos: luta
com as empresas aéreas, para a suspensão de voos e tarifas superfaturadas?
Derrota. Pavimentação do meião da rodovia 319, que conecta Porto Velho a
Manaus, não foi para frente. Início das obras da ponte binacional, ligando o
Brasil a Bolívia, em Guajará Mirim? Adiada para o ano que vem. Construção da
hidrelétrica de Tabajara, em Machadinho do Oeste? Nem se fala mais. E assim por
diante.
Sujando a imagem
Não
bastasse muitas omissões no plano federal, muitos parlamentares sujando a
imagem de Rondônia na Assembleia Legislativa e Câmara de Vereadores de Porto Velho,
objeto de rachadinhas e balcão de negócios. No quesito sujar a imagem de
Rondônia os políticos locais são incansáveis. Falta transparência na aplicação
dos recursos das emendas parlamentares. Poucos deputados estaduais e federais
fazem a fiscalização do Executivo. Com isto, a segurança pública colapsou, a
saúde está em cacos. É uma classe política, desde aqueles no CPA até as câmaras
municipais pensando apenas no próprio umbigo.
Difícil acreditar
Com
a primeira dama estadual Luana Rocha, que também ocupa uma pasta do governo estadual,
engrenando na campanha à Câmara dos Deputados e o maninho Sandro Rocha
viabilizando uma cadeira a Assembleia Legislativa, fica mesmo difícil acreditar
no que se propaga nos bastidores, de que o coronel Marcos Rocha, titular o palácio
Rio Madeira, sede do governo de Rondônia vai desistir da candidatura ao Senado,
mesmo liderando as pesquisas. Luana está em plena pré-campanha, não perde nem inauguração
de WC público no estado. Sandro Maninho, constantemente está presente nos meios
de comunicação deitando falação. Se Rocha fosse desistir teriam paralisado suas
campanhas, já que Rocha como governador está impedido de ter parentes
candidatos.
Hildão, o predador
Sejamos
francos, o ex-prefeito Hildon Chaves fracassou na tentativa de viabilizar sua
candidatura ao governo do estado e sequer sua esposa Ieda Chaves, uma das
deputadas estaduais mais votadas de Rondônia deixou o União Brasil para se
filiar ao seu PSDB, fraquejando sua credibilidade política. Mas uma coisa é
liquida e certa, Hildão é o maior predador dos candidatos à Câmara dos Deputados
Federais em Rondônia. Lidera esta corrida com os pés nas costas e em Porto Velho
com larga diferença sobre os oponentes. Sinaliza para ser um campeão de votos
mesta esfera em 2026.
Via Direta
*** A crise na cadeia leiteira em Rondônia
foi debatida em Ariquemes na última segunda-feira. Mas não foram encontradas
soluções ainda para resolver os problemas perante os produtores *** Os acreanos estão em pé de guerra contra
o MBL que cogitou rebaixar o estado do Acre para território. Logo o bravo Acre,
que foi região boliviana e que lutou para pertencer ao Brasil *** Lula vem
garantir a pavimentação do meião da BR-319 no início de 2026 pra impulsionar a
candidatura do seu ungido no Amazonas, senador Omar Azis (PSD). Como em
Rondônia e no Acre, redutos bolsonaristas, o PT tem dificuldades com candidaturas
próprias ao governo do Amazonas.
Segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
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