Segunda-feira, 17 de novembro de 2025 - 11h03

As
teorias científicas e as pregações religiosas que anunciavam o fim do mundo ou
pelo menos graves consequências decorrentes do descuido com a natureza por
volta do ano 2000 foram vencidas pelos negacionistas, adeptos da regeneração
natural ilimitada.
A
floresta sofreu graves estragos, a fumaça e as doenças debilitaram os mais
pobres, matando e sequelando, mas muita riqueza foi gerada. Como o dinheiro
compra tudo, até amor verdadeiro, a má prática ambiental só será vencida se
houver mais ganhos imediatos com proteção que com destruição, e ainda assim a
ignorância e o crime seguirão afrontando o bom exemplo.
Em
recente manifestação de alerta a propósito da COP30, Valcléia Lima,
superintendente da Fundação Amazônia Sustentável, defendeu a ideia chocante de
que a destruição da floresta tem uma equivalência em vidas humanas: “O que muda
na Amazônia, muda em nós”. E não muda só para os amazônidas: vai se estendendo
pelo Brasil e pelo mundo.
A
Amazônia influencia a vida de todos, afirma: “As chuvas que irrigam plantações
no Sudeste, a estabilidade do clima nas grandes cidades e até os alimentos que
chegam à mesa estão ligados à floresta em pé. O que acontece aqui não fica
apenas aqui, reverbera primeiro na vida das populações tradicionais e depois
chega ao cotidiano de quem mora em capitais brasileiras ou até em outros países”.
Sério demais para não levar em conta.
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Eleições 2026
Estamos
encerando o ano de 2025 com um cenário dos mais nebulosos para a disputa do
governo estadual no ano que vem. Ninguém sabe quem é quem e muitos possíveis candidatos
ao CPA Rio Madeira já ficaram pelo meio do caminho e outros são cogitados para
deixar o páreo. Na verdade, o único candidato que assume a pretensão de governar
Rondônia é o vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil) que assume o Palácio
estadual em abril para o atual governador Marcos Rocha disputar uma cadeira ao
Senado. Hildon Chaves (PSDB) dá pistas que desistiu, e nem o senador Confúcio
Moura (MDB) e o senador Marcos Rogério (PL) confirmam suas postulações.
Na dependência
Embora
demonstre interesse na disputa do governo estadual, o deputado federal Fernando
Máximo (União Brasil) precisa trocar de partido e não tem garantia em alguns deles
– casos do PL, Podemos e Republicanos – de legenda para esta importante peleja.
No meio conservador, os bolsonaristas aguardam uma decisão do ex-presidente Jair
Bolsonaro que já indicou Bruno Scheidt e Marcos Rogério para disputar o Senado,
mas ainda não fechou um nome para a disputa ao Palácio Rio Madeira. Tido mundo
então fica no aguardo. Quiçá não queira impor seus filhos nesta disputa
rondoniense.
Nomes alternativos
Fora
os balões de ensaio lançados nas últimas semanas, um nome pode ser um candidato
alternativo para a coalisão chapa branca rondoniense, se a candidatura do
vice-governador Sergio Gonçalves for derrubada. Trata-se do deputado estadual
Alex Redano (Ariquemes), atual presidente da Assembleia Legislativa. Ele reúne
forte apoio dos deputados estaduais e conta com a simpatia também do governador
Marcos Rocha. Mas este age com todo cuidado, porque não quer perder o apoio de
Sergio Gonçalves quando assumir o CPA. Contar com a máquina é preciso.
Definições bolsonaristas
As
primeiras definições familiares bolsonaristas já estão tomadas. A esposa do
ex-presidente Jair Messias, Michele deve disputar uma cadeira ao Senado em Brasília,
onde lidera as pesquisas de intenções de votos com folga perante os candangos.
No Rio de Janeiro, o candidato ao Senado é o filho mais velho do mito, o atual senador
Flávio Bolsonaro (PL), em Santa Catarina outro filho, Carluxo Bolsonaro disputa
o Senado e o filho mais novo do mito, Jair Renan uma cadeira a Câmara dos Deputados.
E se o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, desistir da peleja presidencial,
o escalado para esta missão será o senador Flávio Bolsonaro. Tudo por enquanto,
já que a política muda de tamanho e formato como as nuvens.
Hildão
no ranking
Com
os dados coletados ao final das administrações
municipais anteriores no País, o Instituto Atlasintel formou o ranking dos dez
melhores prefeitos do País em avaliação nas capitais. Coube ao então prefeito
de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB) com 67 por cento de aprovação, a sétima
colocação nacional. Com tamanha aprovação, seria um grande candidato ao governo
de Rondônia se tivesse formado um grupo político, mas ele foi isolado pelos
adversários e tem dificuldades em montar uma coalizão competitiva com chapas de
candidatos a Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados.
Via Direta
*** Urge a mobilização em Porto Velho
para que a prefeitura local e o governo do estado instalem um cinturão verde na
região metropolitana. As frutas e hortigranjeiros são importadas de outros
centros, encarecendo os preços destes produtos nos mercados em Rondônia *** Na guerra do lixo,
os vereadores da capital estão mostrando mais independência do Executivo. Querem
provar que não são vacas de presépios como nas legislaturas anteriores *** A escassez de mão de obra em algumas regiões
de Rondônia está encarecendo as diárias de pedreiros, carpinteiros, eletricistas
e azulejistas. Até as orelhas secas estão cobrando mais caro *** Também está
difícil a contratação de caseiros para chácaras e fazendas.
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