Sexta-feira, 30 de janeiro de 2026 - 14h43

O Dia Mundial da Não Violência e Cultura de Paz, celebrado nesta
sexta-feira, dia 30 de janeiro e instituído pela Organização das Nações Unidas
(ONU), reforça a importância da educação, do diálogo e do respeito como
caminhos para a superação da violência. Nesse contexto, uma pesquisa realizada
pela Nova Acrópole aponta a Filosofia como um instrumento prático para promover
a fraternidade universal e fortalecer a dignidade humana, para além das
diferenças entre os povos.
Coordenado pela pesquisadora Melissa Andrade, o levantamento
realizado em 2024 revelou que a prática filosófica contribui para o
autoconhecimento, a aceitação das diferenças, a melhoria das relações
interpessoais e o cultivo de valores essenciais para a construção da paz. O
estudo foi apresentado em Nova York, durante um evento paralelo ao Fórum
Político de Alto Nível das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.
Para a Nova Acrópole, a Filosofia vai além do campo teórico e deve
ser vivenciada no cotidiano, por meio de atitudes éticas, diálogo e compreensão
mútua. Virtudes como tolerância, solidariedade e respeito são apontadas como
pilares fundamentais para uma convivência mais pacífica e consciente.
Nova Acrópole em Porto Velho
Em Porto Velho, a Nova Acrópole também desenvolve atividades
filosóficas, culturais e ações voluntárias voltadas à formação humana e à
promoção da Cultura de Paz. As iniciativas buscam oferecer instrumentos
práticos para que indivíduos possam refletir sobre seus valores, fortalecer
relações e contribuir de forma positiva para a sociedade.
O curso Filosofia para Viver, oferecido em mais de 120 escolas da
Nova Acrópole no Brasil, reforça ainda o papel da Cultura e do Voluntariado
como expressões concretas da boa vontade e da liderança ética, em sintonia com
o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 16, que trata da promoção da paz, da
justiça e de instituições sólidas.
“A mente tende a focar no que é mórbido ou negativo. É fundamental
inverter esse padrão, buscando o lado luminoso das situações e das pessoas.
Assim dissolvemos a crítica excessiva e fortalecemos nossa capacidade de
apreciar a vida em sua riqueza de detalhes”, afirma a filósofa Lúcia Helena
Galvão, professora voluntária da Nova Acrópole.
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