Sexta-feira, 29 de novembro de 2024 - 13h03

Promovendo a
diversidade cultural e a autonomia do capital intelectual no DF, a Escola
Brasiliana de Economia Criativa está com inscrições abertas para a realização
da 3° Oficina de DJing do Beko, curso gratuito que visa fortalecer a cena
eletrônica brasiliense e tem como foco a formação de pessoas transgêneras,
negras, mulheres, PCDs, estudantes de escola pública e a população LGBTQIA+.
Previsto para ser realizado no SESI Taguatinga, o projeto é um dos mais
exitosos da instituição de ensino.
Atuando no campo do
design, da moda, da música, dos games e da arquitetura, a Escola Brasiliana de
Economia Criativa é pautada no desenvolvimento através da criatividade ao
utilizar de um modelo de valor econômico que se sustenta através do capital
intelectual, seja ele individual ou coletivo.
Contemplando quatro
turmas para introduzir os conceitos básicos de estilos musicais e diferentes
técnicas de mixagem, a 3° Oficina de DJing do Beko proporcionará seis encontros
teóricos e práticos que também contam com a realização de atividades
presenciais sob a supervisão do fundador da Escola Brasiliana, Tagore Vilela.
“Além de contribuir
para o desenvolvimento social e a ascensão econômica de diversas grupos
minoritários, o projeto vem para ajudar a suprir a demanda de DJs capacitados
na região ao mesmo tempo que contribui para a construção de um cenário mais
diversificado e plural na cenário da música eletrônica nacional”, ressalta
Tagore.
Priorizando também
a acessibilidade, o projeto irá fornecer recursos para custear a locomoção dos
alunos, assim como intérprete de libras e a orientação individual para a
realização dos trabalhos finais. As próximas turmas já se iniciam,
respectivamente, nos dias 2 e 9 de dezembro. Com vagas limitadas, os
interessados podem se inscrever pelo link www.escolabrasiliana.org.
“É quase certo
afirmar que o sucesso das oficinas contribui para que a Escola Brasiliana de
Economia Criativa continue levando cada vez mais propostas disruptivas ao DF, permitindo
que a cena cultural de inovação que reside em Brasília possa ser contemplada a
nível nacional”, conclui Tagore.
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