Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026 - 07h50

Alguns
dos nomes de ponta na corrida pela Câmara Federal, principalmente, terão
dificuldades para montar nominatas viáveis para a disputa deste ano. Os motivos
são óbvios: grana e possibilidades de votos principalmente para os novatos. O
primeiro obstáculo é o Fundo Partidário. Vamos pegar como exemplo alguém que já
é deputado federal e que concorrerá à reeleição. Este personagem terá enorme
vantagem financeira. Terá um valor disponível muito maior, só porque já tem
mandato. Depois, se for mulher, terá mais ainda. Se for negra, com mandato e
mulher, aí terá uma pequena fortuna à sua disposição.
Vamos a exemplos práticos da última
eleição. Um advogado especialista no assunto e que se preocupa com a prestação
de contas, lembrou que a atual deputada e agora candidata ao Senado, Sílvia
Cristina, recebeu mais de 1 milhão e meio de reais. Apenas para comparar, a
radialista e apresentadora Sandra Santos, que também concorreu ao mesmo cargo,
ganhou cerca de 20 por cento disso: cerca de 300 mil reais. Chances iguais?
Outra questão: se for apenas para
conseguir algum dinheirinho, vale a pena ser escada para os principais nomes
dos partidos que, estes sim, terão grana pesada à disposição. Porque a imensa
maioria dos que vão compor as nominatas, simplesmente terão chance zero de ser
elegerem.
No PL, por exemplo, a atual deputada
Cristiane Lopes, que busca mais um mandato, deve receber no mínimo três vezes
mais (e a conta é feita por baixo) do que, apenas para citar outro nome, a
atual vereadora Sofia Andrade, que concorrerá no mesmo partido e que quer uma
vaga na Câmara Federal.
Para a Assembleia Legislativa, a
situação é um pouco diferente. Os atuais deputados, que terão muito dinheiro
para suas campanhas, podem compor chapas com amigos, familiares e simpatizantes
que os ajudarão na reeleição, todos, claro, recebendo um pouco de dinheiro e
trabalhando duro para levarem seus líderes novamente ao Parlamento estadual.
A legislação eleitoral é
controlada pelo TSE e pelos TREs, mas quem as cria é o parlamento. E os que têm
mandato e buscam reelegerem-se, claro, por direito conquistado, montam as
estratégia internas de distribuição das verbas do Fundo Partidário para
benefício próprio, é óbvio. Então compreende-se, também por óbvio, porque é tão
difícil uma grande renovação nos parlamentos.
Vai ou não vai? A ida do
governador Marcos Rocha para o PSD era algo praticamente certo na semana
passada. Mudou tudo em poucas horas, como geralmente acontece na política. Na
segunda-feira, Rocha afirmou que permaneceria no União Brasil, embora não tenha
fechado a porta definitivamente.
QUEM LÉO MORAES ESCOLHERÁ PARA DAR SEU APOIO QUE PODE SER
DECISIVO, NA ELEIÇÃO AO GOVERNO?
Quem terá cacife maior nesta campanha
que se aproxima, afora o governador Marcos Rocha, que comandará sua própria
reeleição? Com o peso do eleitorado da
Capital e com sua alta popularidade chegando a percentuais recordes, Léo Moraes
pode ser decisivo na corrida pelo Palácio Rio Madeira/CPA. E não só para o
Governo. Quem tiver seu aval para o Senado e Câmara Federal, já sai com
vantagem.
Por enquanto, Léo não abre o jogo.
O que está inicialmente no seu radar, segundo pessoas próximas, é buscar eleger
seu secretário de saúde, Jaime Gazola para a Câmara Federal e seu irmão, o
secretário de cultura e turismo Paulo Moraes, para a Assembleia Legislativa.
Neste pacote, há ainda outro nome que certamente terá o aval do Prefeito: a
atual representante da Prefeitura em Brasília, a juíza aposentada Euma Tourinho,
que também deve concorrer à Câmara.
A pergunta de 1 milhão de dólares
é: quem Léo Moraes vai apoiar para o Governo? Ele tem conversado tanto com Adailton Fúria
quanto Marcos Rogério, os dois nomes que estão à frente nas pesquisas, mas
também com o atual vice-governador Sérgio Gonçalves. Mas outro pretendente, o
prefeito Delegado Flori, de Vilhena, quer ser o nome escolhido pelo presidente
regional do seu partido.
Flori, aliás, é um dos caras
novas na política estadual. Está em plena movimentação para ser candidato.
Entre outras inovações, criou o transporte coletivo gratuito na sua cidade e,
na semana passada, para surpresa geral, deu um reajuste de 30 por cento (isso
mesmo!) para o funcionalismo.
Quem Léo escolherá?
GOVERNADOR AINDA NÃO BATEU O MARTELO SOBRE O PSD, MAS ATÉR A
TERÇA À NOITE ELE PERMANECIA NO UNIÃO BRASIL
Até a terça à noite, o governador
Marcos Rocha permanecia como membro do União Brasil. Sua ida para o PSD ainda
não foi decidida ou oficializada. Nada definitivo. Ou seja, os insistentes
convites do grupo liderado pelo prefeito Adailton Fúria e pelo ex-senador
Expedito Júnior continuam firmes, mas ainda não há uma decisão final (ao menos
anunciada pelo próprio Governador!) de que ele ficará onde está ou trocará de
sigla. No mais, poucas mudanças ocorreram em relação à semana passada.
Os bastidores esquentam e em alguns
casos já fervem. As conversas acontecem em gabinetes fechados e algumas delas
duram horas. Mesmo com a ânsia de algumas lideranças para que as coisas sejam
logo definidas, o bom senso avisa: na política, tudo tem a sua hora.
Precipitação pode ser fatal, assim como decisões tardias. Tudo precisa ser feito
dentro do tempo certo, comentou um experiente político, ao analisar a situação
atual.
O que há de verdade nesta história
toda? A primeira delas: o convite do PSD foi feito, inclusive oferecendo a
Rocha o comando regional do partido. Outra: o Governador ouviu atentamente,
consultou aliados e pessoas muito próximas, em quem confia, mas não tomou, até
agora, nenhuma decisão. Terceira: a menos que aconteça algo completamente
inesperado, perto de um milagre (eles acontecem na política?) a decisão de não
concorrer ao Senado continua firme.
Este é retrato do momento. Até a
noite deste 20 de janeiro de 2026. Amanhã é outro dia e tudo pode mudar. Como
mudam as decisões políticas a todo o momento. Qual será o próximo capítulo?
DISCURSOS, IDEOLOGIA FAJUTA, FRASES IDIOTAS DE EFEITO: NADA
ADIANTA CONTRA O RECORDE DE ASSASSINATOS DE MULHERES
Não adianta discurso ideológico.
Mexeu com uma mexeu com todas é só uma frase idiota, porque não resolve nada,
muito menos salva vidas. A verdade é que o assassinato de mulheres (agora com a
nomenclatura de Feminicídio) continua envergonhando o Brasil. Mesmo com tanta
conversa fiada, com leis que na Hora H não punem os assassinos como deveriam;
com muita conversa e pouca prática, o machismo continua dominando o país e
fazendo das mulheres vítimas cada vez em maior número.
Foram 1.470 mortes brutais delas, no Brasil, em 2025, um novo recorde, exatamente num momento em que o governo e muitos políticos querem faturar em cima do assunto, como se suas palavras vazias fossem resolver alguma coisa. Neste ano pré-eleitoral, para conquistar o voto das mulheres vale tudo.
Mas elas não são idiotas. Sabem
muito bem do engodo a que são submetidas e o que lhes espera, com uma
legislação frágil, paternalista e machista. Uma condenação de um destes
assassinos covardes a 40 anos de prisão sem qualquer benefício ajudaria a
resolver. Mas a prioridade é os direitos humanos dos criminosos, não das suas
vítimas, sejam mulheres ou não.
São Paulo teve 233 mortes; Minas
139 e o Rio de Janeiro 104. Rondônia está em 20º lugar nesta terrível mapa da
morte, com 20 assassinatos. Um número que, proporcionalmente à sua população, é
assustador. Somos o segundo Estado em crimes de mortes contra mulheres, na
região norte, atrás apenas do Pará. Os matadores continuam tendo a complacência
das leis, enquanto suas mulheres apodrecem embaixo da terra. Esta é, por mais
duro que pareça, a única verdade nesta mortandade sem fim!
TRABALHAMOS 147 DIAS DO ANO SÓ PARA PAGAR IMPOSTOS. TEMOS A
MAIOR CARGA TRIBUTÁRIA DA AMÉRICA LATINA
Quantos dias o brasileiro pagador de
impostos terá que trabalhar, neste ano de 2026, com a Reforma Tributária, para
poder quitar todos os tributos que é obrigado a pagar para a União, Estados e
Municípios? Na última década, os piores períodos foram entre 2016 e 2019,
quando o Brasil foi governado por três Presidentes: Dilma Rousseff, Michel
Temer e Jair Bolsonaro. Em 2024, os dias trabalhados para quitar os impostos
eram 147 dias, já no terceiro governo Lula. No ano passado, o número oficial
ainda não foi divulgado.
Com a Reforma que começou em 1º de
Janeiro, o que os economistas apontam é que os dias que teremos que produzir,
para pagar todos os tributos, velhos e novos, tendem a crescer. Os 147 dias, o número mais baixo em
uma década, significa que quem trabalha, precisará de 40,2 por cento de todos
os dias do ano, para quitar seus compromissos com a voraz máquina arrecadadora
brasileira. Se formos tirar os dois dias de finais de semana (96 no ano),
precisaremos dar duro 54,6 por cento dos dias trabalhados para pagarmos tudo.
O Brasil não é o país com mais
impostos no mundo, como se ouve seguidamente. Na verdade, está na 15ª colocação
neste ranking. O problema é que todos os outros 14 que estão à nossa frente,
são países de primeiro mundo, com carga tributária alta, mas todos os serviços
que retornaram ao contribuinte praticamente gratuitos. Para se ter ideia, os
Estados Unidos, um dos países mais desenvolvidos do Planeta, é apenas a 25ªº
Nação em cobrança de impostos do Planeta. Na América Latina, contudo, somos nós
os mais pagadores de impostos entre onze países.
HOUVE QUEM QUISESSE OS HOSPITAIS DE CAMPANHA AO INVÉS DO REGINA
PACIS. AGORA, É SÓ CHECAR OS RESULTADOS
Várias visitas, várias tentativas,
muita pressão. E nada! Isso mesmo. Durante a pandemia, o governo de Rondônia e
a Secretaria de Saúde (Sesau) então comandada por Fernando Máximo, foi
alvo de duras críticas por não ter aceitado implantar “hospitais de campanha”,
alguns com preços absurdos, que funcionariam durante apenas pouco mais de seis
meses. Portas fechadas para as propostas. Em contrapartida, o Governo decidiu
comprar o Hospital Regina Pacis, no centro da Capital, em 2020, pagando à época
12 milhões de reais. Críticas e mais críticas.
Agora, é claro, os que se achavam
donos da verdade e insinuavam que o valor pago era exagerado, certamente têm
motivos de sobra para se calar. Agora chamado de Hospital de Retaguarda (que
nome mais esquisito!) o antigo Regina Pacis tem sido de vital importância para
o sistema de saúde pública. Para se ter ideia, no ano passado, ele realizou
3.853 procedimentos e cirurgias ortopédicas, apenas para dar um número.
Quando a Covid arrefeceu (durante a
pandemia, centenas de vidas foram salvas naquele hospital, com uma estrutura
muito melhor do que qualquer hospital de campanha caríssimo) o Hospital foi
ampliado e passou a oferecer uma série de atendimentos à população,
principalmente na área das cirurgias ortopédicas, No ano passado, entre nove e
12 procedimentos foram ali realizados todos os dias.
Só
em dezembro, ocorreram ali 245 cirurgias, atendendo um grande número de pessoas
cujos tratamentos estavam pendentes. O governador Marcos Rocha comemora o
investimento e os números. Não tripudiou, mas poderia fazê-lo sobre os boca
grande, que preferiam um hospital provisório a outro, com quase o mesmo custo,
que funcionaria meio ano. Nada como um dia depois do outro!
GOVERNO COMEÇA CAMPANHA PARA REPETIR O SUCESSO DO COMBATE ÀS
QUEIMADAS OCORRIDO NO ANO PASSADO
As
campanhas contra queimadas em Rondônia, que durante longos anos tiveram resultados
pífios (as cidades eram tomadas pela fumaça, principalmente nos meses entre
julho e setembro) conseguiram pela primeira vez nas últimas décadas, pelo
menos, avanços consideráveis. O Estado passou praticamente todo o ano com muito
menos queimadas, inclusive no auge do verão amazônico, quando grande parte da
população da Capital e várias cidades do interior viviam sob o inferno do fogo
e da fumaça.
Para se ter ideia da melhoria nesta quadro antes dantesco, nos primeiros
onze meses do ano passado, Rondônia registrou o menor número de focos de
queimadas de toda a sua História, desde que o assunto é acompanhado pelas
estatísticas. Segundo o Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas
Espaciais, INPE, houve uma redução de mais de 82 por cento nos focos, em
relação a 2024.
Querendo não só
diminuir ainda mais o volume de queimadas (houve apenas 1.800 focos em 2025), o
governo do Estado iniciou bem cedo, neste mês de janeiro, começaram as atividades
referentes a 1ª etapa do Plano multinível de queimadas e incêndios florestais, criadas
pelo governo de Rondônia, que está promovendo várias ações, voltadas à conscientização sobre a preservação
ambiental e a prevenção às queimadas. Todo o projeto é liderado pela
Coordenadoria de Educação Ambiental da Sedam, com apoio do Detran, Batalhão de
Polícia Ambiental e Corpo de Bombeiros.
A atividade envolve a
entrega de mudas de plantas e materiais educativos, com o objetivo de estimular
práticas sustentáveis e reforçar a importância do cuidado com o meio ambiente,
especialmente durante o período mais crítico de estiagem, buscando sensibilizar
a sociedade sobre os impactos negativos das queimadas que afetam diretamente a
saúde da população, a fauna, a flora e a qualidade do ar.
Nesta primeira fase, a série de atividades prossegue até esta
sexta-feira, dia 23. Outras etapas serão programadas em breve.
EYDER AGRADECE A LÉO MORAES GARANTIA DE TRANSPORTE ESPECIAL PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA
“Quero agradecer ao prefeito Léo Moraes por atender essa indicação e olhar com sensibilidade para as famílias atípicas da nossa Capital. Garantir transporte acessível é garantir dignidade, autonomia e inclusão para quem mais precisa”. A declaração é do deputado estadual Eyder Brasil, num encontro com o Prefeito de Porto Velho. Uma indicação de Eyder Brasil, segundo sua assessoria, resultou na ampliação do atendimento do Ônibus Multissensorial em Porto Velho. O serviço, que antes atendia exclusivamente pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), passa a contemplar também pessoas com outras deficiências físicas, intelectuais e sensoriais, além de cidadãos em situação de vulnerabilidade social.
Uma indicação de Eyder Brasil, segundo sua assessoria, resultou na ampliação do atendimento do Ônibus Multissensorial em Porto Velho. O serviço, que antes atendia exclusivamente pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), passa a contemplar também pessoas com outras deficiências físicas, intelectuais e sensoriais, além de cidadãos em situação de vulnerabilidade social.
A medida busca garantir mais segurança, conforto e acessibilidade no deslocamento urbano. De acordo com a Prefeitura de Porto Velho, o município conta atualmente com cinco veículos adaptados, sendo dois destinados ao programa PVH Acessibilidade e três voltados ao atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Os ônibus possuem rampa elevatória, ar-condicionado, Wi-Fi e espaço para
cadeirantes e acompanhantes. No caso dos veículos destinados ao público
autista, o serviço inclui abafadores de som e objetos sensoriais, para tornar o
trajeto mais confortável e seguro.
AFFONSO CÂNDIDO E CANEDO FIRMAM PARCERIA PARA ENFRENTAR TAMBÉM
AS “DEMANDAS PREVENTIVAS”
Um político previdente sempre busca
também uma assessoria jurídica de ponta, para apoiá-lo nas causas que,
certamente, terá que enfrentar durante o mandato. O jovem prefeito de
Ji-Paraná, Affonso Cândido, também segue esta lógica, buscando a parceria com
um dos mais conhecidos causídicos de Rondônia, especialista em várias áreas,
mas principalmente na legislação eleitoral. Cândido, a partir de agora, contará
com a assessoria do advogado Nelson Canedo, em suas demandas.
Conhecido por sua atuação em defesa
de várias autoridades, Canedo afirma que atuará também nas chamadas “demandas
preventivas”, para que, segundo ele, “não haja obstáculo futuro na vida
política do jovem e promissor Prefeito”. Affonso venceu uma eleição difícil em
sua cidade, derrotando o ex-prefeito Isau Fonseca, que até pouco antes da
disputa, liderava todas as pesquisas. Trabalhando duro encontrando com o apoio
do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi pessoalmente fazer campanha para ele,
Affonso acabou ganhando até com folga.
Ele agora entra para o rol de
importantes autoridades assessoradas por Canedo. Entre elas o governador Marco
Rocha; o presidente da Assembleia
Legislativa, deputado Alex Redano; o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes e o
presidente da Câmara Municipal da Capital, vereador Gedeão Negreiros.
PERGUNTINHAS
Você sabia que ainda existem 38 mil Orelhões no Brasil e que neste ano, pro decisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) todos eles serão retirados até o fim deste ano? Você conhece algum lugar em Porto Velho onde ainda exista um Orelhão?
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
“Com tapete verde e amarelo”. É com um tapete com estas cores que o governador Marcos Rocha será recebido, quando agendar sua posse no PSD, não só

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Não se assuste! As mudanças que estão surgindo na briga pelo poder em Rondônia recém começaram. As duas candidaturas inicialmente solitári

Uma terra onde o criminoso é premiado e o honesto sobrevive sem apoio. Alguém sabe onde é?
Aos bandidos, o apoio. Às vítimas e às pessoas comuns, que suam para sobreviver, quase nada ou, muitas vezes, o pior peso da lei. Tudo aos amigos. M
Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)