Domingo, 17 de maio de 2026 - 08h00

A meningite ataca e
ainda estamos longe de termos um programa de vacinação que possa conter a
doença. Em Rondônia, um menino morreu e sua professora está internada em estado
grave, atingidos pela bactéria. No vizinho Mato Grosso, só neste ano, já foram
registradas oito mortes. Nos últimos dez anos, em média, o Brasil teve 1.500
casos registrados. Mas, em 2026, só nos primeiros três meses, já foram mais de
duas mil ocorrências, com 168 vítimas fatais.
Em abril
passado, o site G1, da Globo, maior aliada do atual governo, publicou a
seguinte manchete, com subtítulo: “Ministério da Saúde decide não incluir
vacina contra meningite B no SUS, para bebês”. E prossegue: “imunizante protege contra
o sorotipo mais comum da doença, mas seguirá restrito à rede privada”.
O alto custo das vacinas e a falta de
orçamento, segundo a notícia, pesaram na decisão. Ou seja, tem dinheiro para
viagens internacionais a rodo; bilhões para dar a artistas famosos via Lei
Rouanet; bilhões de reais nos cartões corporativos de autoridades. Mas não tem
dinheiro para vacina.
Para se ter
ideia do perigo que é esta doença, em 2025, em nível nacional, foram
registrados nada menos do que 537 mortes, a maioria dos casos por meningite
bacteriana e meningite pneumocócica. Pessoas de todas as idades pereceram, mas
a maioria das vítimas era de doentes acima dos 60 anos. No total, no ano
passado, dos 378 mil casos suspeitos, 15.203 foram confirmados com a doença.
Do total de
óbitos no ano passado, a média mensal foi de cerca de 44. Já neste ano, com 168
casos em apenas três meses, a média subiu para 56 casos fatais. Um surto de
meningite, que está muito perto de Rondônia, precisa ser combatido com
urgência. Por aqui, é vital que as autoridades sanitárias se unam para impedir
que nosso Estado tenha números parecidos com os do Mato Grosso.
Vacinar a
população mais vulnerável e com urgência deve ser uma medida prioritária. Que
se consigam recursos, sejam lá de onde vierem, mas que não se deixe a população
à mercê de uma doença tão perigosa, que pode dizimar famílias inteiras, caso
não seja combatida a tempo.
A morte do menino Eduardo, de 14 anos, ocorrida em Cacoal e o enorme risco da sua professora, internada às pressas, são ocorrências graves que devem servir de alerta ao governo. Ou seja, menos viagens, menos cartões corporativos e mais vacinas!
PESQUISA
DA VERITÁ SOB MUITAS CRÍTICAS NO MUNDO DA POLÍTICA, PELO DESENCONTRO DAS SUAS
INFORMAÇÕES
A Pesquisa
Veritá está dando o que falar. Os números são complicados, não fecham nos 100
por cento; têm critérios estranhos e percentuais que deixam qualquer um
perdido. Num dos quesitos, Marcos Rogério tem 46 por cento numa pesquisa sem
nomes, mas quando ela é estimulada, com os nomes, quando, normalmente ele
subiria, aí cai quatro pontos, ficando com 42.
Outra
questão: Adailton Fúria tem 32 por cento na pesquisa espontânea, mas quando ela
é estimulada, cai para 22 por cento. Mas, no mesmo critério, Hildon Chaves, na
espontânea tem apenas 11 pontos, enquanto na estimulada salta para um empate
praticamente igual com Fúria. Como entender que dois caem e um sobe, duplicando
as intenções de votos, no mesmo tipo de pergunta?
Há ainda
grandes problemas em relação à proporcionalidade. Porto Velho, por exemplo, tem
cerca de 30 por cento do eleitorado. Mas a participação da Capital no total da
pesquisa ultrapassou os 40 por cento. Foram ouvidos menos eleitores em
Ji-Paraná do que em Cacoal e Ariquemes, cidades com número de eleitores menor
do que a segunda maior comunidade do Estado.
O
levantamento, registrado no TRE sob o número 02673/2026, ouviu 1.220 eleitores no Estado e tem nível de
confiança de 95 por cento, segundo o Veritá.
As incongruências
na pesquisa Veritá, que já acertou uma ou outra vez em Rondônia, repercutiram
em todas as rodas de conversa do mundo político nos últimos dias. Há muitas
dúvidas e mesmo que a pesquisa seja um retrato do momento, esta ficou longe de
informações mais seguras. Quem sabe na próxima...
MÁXIMO, SILVIA, SCHEID, ACIR E MARIANA: ENTRE ESTES CINCO, DEVEM SAIR OS DOIS NOVOS SENADORES RONDONIENSES
No caso do
Senado, também ficam algumas dúvidas, embora os números, neste caso, fiquem
mais perto do que se imagina que seja a realidade deste momento. Por exemplo:
na pesquisa espontânea, os dois primeiros votos, nesta ordem, são de Sílvia
Cristina e Fernando Máximo. Bruno Scheid, o indicado de Bolsonaro, aparece em
terceiro, a dez pontos do segundo colocado.
Já na
pesquisa estimulada, muda tudo. Scheid salta para o primeiro lugar, com quatro
pontos à frente de Fernando Máximo, que aparece como o segundo voto em qualquer
cenário. Neste sistema, Silvia Cristina cai para terceiro lugar, com 15 pontos
a menos que Fernando Máximo. A quarta colocada é Mariana Carvalho, a menos de
quatro pontos de Sílvia.
Acir
Gurgacz, Neidinha Suruí, Amir Lando, João Cipriano e Luís Fernando, nesta
ordem, também estão na pesquisa estimulada, mas à grande distância dos líderes.
No
segundo voto para Senador, Máximo aparece bem à frente, com 33,8 por cento, com
Bruno Scheid (19,1) e Mariana Carvalho
(17,8) e Acir Gurgacz (9,4) mais atrás. Neste quesito, Sílvia Cristina, que
chega a liderar um dos tipos de pesquisa, fica apenas na quinta colocação, com
7 pontos percentuais.
É muito
cedo para se pensar em definição. Mas, neste momento, cinco nomes aparecem com
chances reais, pela pesquisa Veritá: Fernando Máximo, Silvia Cristina, Bruno
Scheid, Acir Gurgacz e Mariana Carvalho, não necessariamente nesta ordem.
Aguardemos, pois, o início da fase quente da campanha, para ver se o quadro
muda ou não.
PEDRO
ABIB ABRE O JOGO E EXPLICA PORQUE DEIXA O CONFORTO DO ENSINO PARA ENTRAR NO
TURBULENTO MUNDO DA POLÍTICA
Como deverá ser a relação do MDB com o presidente Lula, caso ele vença a
eleição. E o posicionamento do senador Confúcio Moura: terá influência na sua
eventual administração? Ele seguirá alinhamentos nacionais em eventual
candidatura ao Governo do Estado? Nenhuma pergunta ficou sem resposta. O
candidato do MDB ao Governo do Estado, Pedro Abib, concedeu uma das poucas
entrevistas à mídia rondoniense, até agora.
Ao ser confrontado com várias
questões, da vida pessoal, como gaúcho e com vivência na Espanha, de o
professor e mestre e agora, como político, Pedro demonstrou seu conhecimento
não só no mundo acadêmico, mas também das entranhas da política. Na conversa
com o jornalista e apresentador Vinicius Canova, ele falou sobre tudo, no
programa Rondônia Dinâmica entrevista, reproduzido também pelo site Informa
Rondônia.
Pedro Abib foi questionado também sobre a decisão de deixar a zona de
conforto no setor educacional para ingressar na política; os bastidores da
construção de sua pré-candidatura ao Governo de Rondônia e os desafios de
apresentar um projeto em meio à polarização política nacional. Ser um nome
ainda desconhecido no mundo da política e o como ele pretende se apresentar aos
eleitores também são assuntos da entrevista.
O conteúdo, na íntegra, deve ir ao ar nos sites Rondônia Dinâmica e
Informa Rondônia provavelmente a partir desta segunda-feira. Imperdível, para
quem quiser saber um pouco mais sobre o jovem mestre que se lança na política,
já disputando o Governo.
“A RONDÔNIA RURAL
SHOW É MUITO MAIS QUE UMA FEIRA: “É O REFLEXO DE UM ESTADO QUE PRODUZ, EXPORTA
E TEM FUTURO!”
“Faltam só dez dias para
a edição deste ano da Rondônia Rural Show”. Num vídeo gravado na sexta-feira, o
governador Marcos Rocha anuncia a reta final dos preparativos para a última
edição da grande feira, que no governo dele deu um salto de tamanho, público e
faturamento. A intenção é encerrar a atual gestão com uma edição histórica, em
busca de superior os 5 bilhões e 100 milhões faturados no ano passado.
O crescimento da RR
Show nos últimos anos é notório. Em todos os critérios. Para se ter ideia, em
apenas quatro edições, a feira praticamente duplicou suas vendas e faturamento.
Em 2022, o resultado foi de 2 bilhões e 600 milhões. Em 2023, saltou para 3
bilhões e 500 milhões; em 2024, de 4 bilhões e 400 milhões e, no ano passado,
superou a casa dos 5 bi e 200 milhões.
Entusiasmado com a
perspectiva de resultados ainda maiores, o governador rondoniense diz, no
vídeo, que a Rondônia Rural Show não é apenas uma feira agropecuária: “ela é o
reflexo de um Estado que produz, exporta e que acredita no futuro”!. Para
Rocha, todos podem ter certeza que vem muita coisa boa por aí. Portanto,
esperamos todos na edição deste ano na nossa grande feira”!
O sucesso da feira
começa muito antes, nas inúmeras ações que compõem a estrutura de preparativos.
E é neste contexto que entra o comando do competente de Agricultura, Luiz Paulo
que, à frente de uma grande equipe, torna a Rondônia Rural Show o sucesso
sempre maior, de um ano para o outro. Um dos assessores mais próximos ao
governador Marcos Rocha, Luiz Paulo
garantiu ao seu chefe que a edição deste ano da feira, a última do atual
governo, será inesquecível.
MOTO É
DIVIDIDA AO MEIO. E EM POUCO MAIS DE 24 HORAS, MAIS DOIS JOVENS PERDEM A VIDA
NO TRÂNSITO DA CAPITAL
A
violência do trânsito continua sendo a triste notícia de todos os dias, em
Rondônia e em Porto Velho. Nas rodovias federais, mas, com números disparados,
a assassina BR 364, os cadáveres se multiplicam. Só neste ano, o total de
vítimas já teria superado duas dezenas, muito mais do que todo o ano passado.
Na BR 429, na semana passada, uma família inteira foi dizimada, numa batida
frontal entre uma camionete e um caminhão.
Já em
Porto Velho, são os motoqueiros as grandes vítimas. Toda a semana, ao menos uma
vida é perdida. Neste final de semana, entre a sexta-feira e o sábado, mais
dois jovens morreram. Num dos acidentes, na rua Alexandre Guimarães, a batida
de uma moto contra um carro estacionado foi tão violenta que o veículo ficou
destruído ao meio, uma parte para cada lado. O condutor ainda foi socorrido,
mas morreu logo depois.
Já no
sábado, a morte veio buscar outro piloto de moto. Desta vez, na avenida Mamoré.
As duas vítimas, com idades entre 24 e 30 anos, se somam a mais de uma dezena
de outras em poucas semanas, registradas na Capital dos rondonienses.
Alta
velocidade, desrespeito à sinalização, falta total de cuidados, motoristas de
carros que não respeitam as motos, são alguns dos principais motivos para
tantos acidentes com grande número de feridos e tantos óbitos.
Toda a
semana, ao menos uma família porto-velhense chora a morte de um dos seus
jovens. Neste final de semana foram duas. Quando serão os próximos acidentes
graves e quantas vidas ainda serão perdidas, nesta cidade de um trânsito cada
vez mais louco?
SUJOU,
LIMPOU! FLAGRANTE DE LIXO JOGADO NA RUA OBRIGA SUGISMUNDO A RETIRAR OS ENTULHOS
DESCARTADOS
Pode
parecer irrelevante ou apenas um caso isolado. Não é, em ambos os casos. Quando
a Prefeitura detectou, pela fiscalização e flagrantes de câmeras de segurança
que um Sugismundo decidiu atulhar uma rua de lixo, como se isso não fosse
crime, a dura reação serviu de exemplo, sem dúvida alguma.
A começar
pela decisão do próprio prefeito Léo Moraes participar diretamente no episódio.
Num vídeo, ele exige que o homem que jogou entulhos e sujeira em profusão num
local proibido da cidade, voltasse lá e retirasse tudo.
Depois de
identificado, o responsável pelo descarte ilegal do lixo foi obrigado a
retornar e a retirar todos os materiais e entulhos que havia jogado e que ele
mesmo providenciasse a destinação correta dos resíduos. O caso aconteceu em uma
área da região do Cai N’Água, próximo ao centro da cidade, alvo frequente de
ações de limpeza urbana.
O sistema
de monitoramento, denúncias anônimas e fiscalização intensa, conseguiu detectar
a ação absurda. Aliás, num local onde mais de 40 açõ0es de limpeza já haviam
sido feitas e, pouco depois, os que desrespeitam as regras mínimas de
civilidade, voltavam ao local, o enchendo de lixo.
Descoberto,
o infrator voltou e recolheu tudo o que jogara irregularmente em plena rua. O
prefeito Léo Moraes lembrou que jogar lixo nas ruas é crime ambiental e pode
gerar multa de até 33 mil reais. Léo reclamou, protestou e disse, no vídeo, que
manter a cidade limpa é obrigação de todos.
Foi um caso
isolado pela punição? Foi. Mas mais que tudo, serve como exemplo das medidas
tomadas deixaram claro que não vai se aceitar que continuemos jogando sujeira
ilegalmente nas nossas ruas. Sujou, limpou!
SÓ UMA
CPMI PODERIA TRAZER AO CASO MASTER/FLÁVIO BOLSONARO ALGO QUE SUMIU DO BRASIL: A
VERDADE!
O episódio envolvendo a ligação de Flávio Bolsonaro com o Banco Master,
obviamente causou frisson e alegria
incontida no petismo e aliados, mas serviu também, ao mesmo tempo, para mostrar
o racha na direita brasileira, o que pode ser nefasto para ela, nas eleições
presidenciais.
O primeiro e duro golpe foi dado pelo mineiro Romeu Zema, que divulgou
um vídeo, indignado, exigindo explicações do seu até a pouco parceiro político.
A reação foi imediata: bolsonaristas de todo o país desceram a lenha em Zema. A
tal ponto que, um dia depois, ele mesmo ter tentado amenizar a situação,
alegando que o caso “é página virada”. Não adiantou muito.
A posição mais equilibrada e coerente veio de uma nota de Ronaldo
Caiado, outro que quer a Presidência. O político goiano disse que Flávio
Bolsonaro precisa sim explicar tudo ao país, mas lembrou que o centro-direita
tem que estar unido, para tirar do poder o inimigo comum, o PT e a esquerda.
Enquanto isso, Flávio e seus aliados vão dando versões diferentes a cada
momento, tentando explicar, por exemplo, que ele não poderia saber, quase dois
anos antes, que Daniel Vorcaro era criminoso e que seu banco iria quebrar.
O que poderia esclarecer tudo seria uma CPMI do Master, mas, até agora,
apenas um deputado petista assinou a petição. Por em enquanto, se discute, se
publica opiniões e versões, dependendo do lado. Só o que não se sabe até agora
é uma coisa chamada Verdade!
ENFIM, UM PROJETO QUE
QUER COMBATER DIRETAMENTE A COMPRA E VENDA DE MATERIAIS FURTADOS EM RONDÔNIA
A intenção é reforçar a
segurança pública e combater o comércio ilegal de materiais furtados: foi por
isso que o deputado Ismael Crispin apresentou projeto na Assembleia
Legislativa, que institui o Cadastro Estadual de Sucatas e Ferros-Velhos e
regulamenta a atividade de compra e venda desses materiais em Rondônia.
A proposta prevê que
todos os estabelecimentos que atuam na compra e venda de sucatas, metais,
ferros-velhos e recicláveis sejam obrigatoriamente cadastrados junto ao Estado,
com renovação anual. Além disso, os comerciantes deverão manter registros
eletrônicos detalhados de todas as negociações, incluindo identificação do
vendedor, origem declarada do material, fotografias e descrição completa dos
itens adquiridos.
O projeto também obriga
a comunicação imediata à Polícia Civil em casos de transações suspeitas
envolvendo materiais como cabos elétricos, hidrômetros, tampas de bueiro,
placas de sinalização e equipamentos pertencentes a concessionárias de serviços
públicos.
Outro ponto previsto
no texto é a proibição da compra de materiais oriundos de concessionárias de
energia, água, telefonia, saneamento e transporte sem apresentação de nota
fiscal de autorização formal da empresa proprietária.
Segundo Ismael Crispin,
a proposta busca atacar diretamente a cadeia da receptação, que acaba
incentivando furtos recorrentes em municípios rondonienses. “Estamos falando de
uma medida concreta para proteger o patrimônio público, garantir mais segurança
à população e fortalecer o trabalho das forças de segurança!
PERGUNTINHA
Você
acredita que com a assinatura dos senadores Flávia Bolsonaro e Rogério Marinho,
ambos do PL e do petista, o senador Fabiano Cantarato, finalmente tem chance de
opositores e governistas se unirem para criar a CPI do Banco Master ou todos
estão apenas jogando para a torcida?
Sexta-feira, 5 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)
Você não entende como grande parte dos membros do Ministério Público Federal e nos Estados e do Judiciário, praticamente vivem em função d

Quatro em cada dez brasileiros entrevistados, dizem conviver com facções criminosas na vizinhança. São cerca de 70 milhões de pessoas ne

O texto de abertura deste modesto blog, hoje, não é do autor contumaz destas mal traçadas linhas. Na íntegra, o autor é um rondoniense qu

A História algum dia vai julgar corretamente o mal que partidos nanicos como o Psol causam ao Brasil, ainda mais quando aliados a ministro
Sexta-feira, 5 de junho de 2026 | Porto Velho (RO)