Domingo, 22 de abril de 2012 - 09h03
Um pesquisador da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da Unesp (Universidade Estadual Paulista), câmpus de Araraquara, desenvolveu uma formulação com base na nanotecnologia para combater o envelhecimento da pele. Em testes em animais e humanos, a formulação comprovou ser eficaz no combate às rugas, sem risco de irritação da pele.
“A formulação contém cristais líquidos obtidos a partir de silicones com gotículas na ordem de nanômetros, que são capazes de penetrar nas camadas mais internas da epiderme e controlar a velocidade com que o princípio ativo será liberado”, explica Marlus Chorilli, professor da FCF que desenvolveu o sistema nanotecnológico em seu doutorado, realizado no câmpus de Araraquara, sob orientação da professora Maria Virgínia Scarpa. Para se ter uma ideia, 1 nanômetro corresponde a 1 milímetro dividido por 1 milhão de vezes.
O sistema contém nanoestruturas de silicone que transportam uma das substâncias mais utilizadas nos cremes anti-idade do mercado, o palmitato de retinol. De acordo com Chorilli, o nanossistema pode melhorar a estabilidade e eficácia do retinol, que é uma substância sensível à degradação do ambiente.
Em testes realizados em coelhos, o professor verificou que a formulação não causou irritação cutânea. Além disso, a formulação aumentou o número de fibroblastos - células capazes de produzir mais fibras colágenas e elásticas, as grandes responsáveis por dar firmeza e tônus à pele.
Em seguida, Chorilli avaliou a eficácia da formulação na pele de 32 mulheres com idade entre 30 e 45 anos. As voluntárias aplicaram a formulação diariamente na área ao redor de um dos olhos (a região do outro olho não recebeu produto algum) durante 30 dias. Ao final desse período, o professor constatou uma diminuição significativa no tamanho e na profundidade das rugas na área com a formulação, em comparação à região que não recebeu produto cosmético.
"Os resultados sugerem que o produto pode ser um grande aliado no combate às rugas, que são cada vez mais comuns, inclusive em pessoas mais jovens", afirma Chorilli.
Fonte: UNESP - Universidade Estadual Paulista.
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