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Saúde

Saúde pública de Rondônia avança com descentralização


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Governo investe nos atendimentos de alta complexidade na
capital e descentraliza serviço de saúde para atender população do interior

Rondônia conquistou feitos inéditos na Saúde, deu um salto nos serviços existentes, implantou novos serviços e apostou na descentralização. Nos último anos foram inaugurados mais hospitais no interior como o de São Francisco e o complexo regional de Cacoal. Apenas no Hospital de Base Ary Pinheiro, referência em tratamento de alta complexidade, o número de cirurgias subiu de cerca de 12 mil em 2012 para quase 26 mil em 2017. Também passou de 30 mil internações para 65 mil no mesmo período.

E ainda no HB foram dinamizados serviços como o de transplante de rins, transplante de córneas, cirurgias bariátricas, cirurgias oftalmológicas e urológicas. No Hospital e Pronto Socorro João Paulo II, houve a implantação do tomógrafo, Raio-X digital, ultrassonografias, treinamento de mais de mil servidores e implantação do novo centro cirúrgico que permitiu fazer quase 6 mil cirurgias por ano e atender mais de 40 mil pessoas por ano.

Outro avanço foi a ampliação de leitos de retaguarda através do contrato de leitos no hospital Santa Marcelina (80 leitos), na AME que é a UTI do Estado (30 leitos), no hospital Panamericano (30 leitos), Internações domiciliares (270 leitos) e mais 200 leitos do Hospital de Base. O que levou Rondônia a ser destaque no cenário nacional como o Estado que mais implantou leitos enquanto a maioria dos estados diminuíram a quantidade dos leitos hospitalares.

Em capacitação direcionado a técnicos de enfermagem, enfermeiros, fisioterapeutas e médicos, o Estado, segundo a Sesau, investiu cerca de R$ 10 milhões nos últimos seis anos. Inclusive cursos da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) como de ventilação mecânica, sepse que é mais conhecida como infecção generalizada.

E ainda capacitações para monitoramento cardíaco; Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS); Suporte Avançado de Vida ao Trauma (ATLS). Além de outros voltados para a pediatria, atendimento em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs). E ainda avançou nas parcerias com o Hospital Sírio Libanês e Alberto Einstein para este mesmo fim. Além de capacitar, o Estado também contratou mais de mil novos profissionais para a saúde nos últimos anos.

Rondônia passou a contar como novos serviços como o resgate aéreo de pacientes, foi implantado o Laboratório Estadual de Patologia e Análises Clínicas (Lepac) com a realização de mais de 150 exames, Laboratório de Patologia Clínica para Biópsia de Câncer; implantou o novo Centro Oncológico em Cacoal,  criação do Programa Remédio Aqui em Casa para pacientes que precisam de medicamentos de uso contínuo e fortalecimento do atendimento em casa através do Serviço de Assistência Multidisciplinar Domiciliar (Samd) e da POC Itinerante que leva através de mutirão aos municípios atendimentos clínico, exames e cirurgias com médicos especialistas.

Os eixos estratégicos para alavancar a saúde pública do Estado estão relacionados ao apoio ao diagnóstico, melhorias nos procedimentos e condutas médicas e estruturação dos centros cirúrgicos para avançar em procedimentos de alta complexidade. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), para alcançar esses resultados foi preciso fazer compras planejadas, estruturação do corpo técnico de servidores e um plano estadual de saúde que garantisse o processo evolutivo.

As projeções para a Saúde Pública em Rondônia são positivas. A expectativa é para implantação do novo pronto socorro em Porto Velho e inauguração do novo hospital de Guajará-Mirim e Seringueiras em obra e o novo hospital de Ariquemes. O que irá reforçar os esforços do Estado em descentralizar o setor. Uma ação estratégica para encurtar distâncias e dar agilidade nos atendimentos médicos. Esforços para oferecer a população rondoniense a garantia de um serviço público eficiente.


Fonte
Texto: Vanessa Moura
Fotos: Jeferson Mota
Secom - Governo de Rondônia

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