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Saúde

RJ terá o maior número de militares contra o Aedes aegypti



Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

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O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, falou sobre a atuação das Forças Armadas
no combate ao mosquito Aedes aegyptiAntônio Cruz/Agência Brasil

O estado do Rio terá o maior número de militares no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do vírus Zika. 

Segundo o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, o Rio de Janeiro dispõe do maior efetivo das Forças Armadas. “A mobilização será proporcional ao efetivo de cada estado [e não ao número de registros de casos de doenças] porque nossa ação é preventiva, não é uma ação de erradicação, como a que o Ministério da Saúde pode promover”, disse.

Rebelo explicou que existem unidades militares em 300 municípios e que a ação será promovida em 356. “Todos os municípios com maior incidência serão cobertos pelas Forças Armadas. [Para os que não têm unidades instaladas] vamos fazer o deslocamento de efetivo”, disse.

No dia 13 de fevereiro, 220 mil militares estarão mobilizados na distribuição de material impresso com orientações para que a população se informe e se engaje no combate ao vetor. O contingente atuará em 356 municípios, incluindo todas as capitais e as 115 cidades consideradas endêmicas pelo Ministério da Saúde. A meta é visitar cerca de 3 milhões de residências.

No total, o Sudeste contará com 104,4 mil militares, o Centro-Oeste com 35 mil, o Nordeste com 28,6 mil, o Norte com 28,3 mil e o Sul com 23,7 mil. Na página do Ministério da Defesa na internet está a lista dos municípios que serão visitados. 

Esta será a segunda etapa da atuação dos militares no combate ao mosquito Aedes aegypti. A primeira começou no dia 29 de janeiro e terminou hoje. Foi um mutirão de limpeza nas 1,2 mil instalações militares espalhadas por todo o Brasil.

Na terceira etapa, entre 15 e 18 de fevereiro, 50 mil homens e mulheres das Forças Armadas farão visitas, em ação coordenada com o Ministério da Saúde e autoridades locais, para inspecionar possíveis focos de proliferação nas casas e, se for o caso, aplicar larvicida. A última etapa será em parceria com o Ministério da Educação, com visitas às escolas e conscientização das crianças e adolescentes sobre como evitar a multiplicação do mosquito transmissor.

O ministro Aldo Rebelo participou nesta quinta-feira (4) do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

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