Quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011 - 11h28
As inadequações na execução do Programa Saúde da Família (PSF) diagnosticadas pelo Ministério da Saúde (MS), que encaminhou a imprensa o fato como “irregularidade”, tem uma versão justificadora. As inadequações não são por causa de situações negligentes, mas por excesso de zelo na manutenção do serviço para a população portovelhense, pois se for para seguir o modelo disposto pelo “grandioso” MS, já há muito tempo estaríamos sem o atendimento.
No caso especifico de Porto Velho, enfermeiros e dentistas não são contratados com 40 horas semanais, portanto os profissionais cumprem carga horária diária de 6 horas corridas, e muitas são experiências exitosas, prova disso é que o serviço estava funcionando. O modelo imposto pelo MS deve ser revisto e se há uma solução, quem paga deve propor e entender que a nossa região não dispõem de tantos profissionais, que supram a demanda. Só quem administra “a ponta” pode falar o que precisa fazer para manter o sérvio em dia, perguntem aos secretários municipais e saberão o que significa manter um “SUS” obedecendo todos os tramites burocráticos.
Conclusão: se o Ministério da Saúde tem algum modelo para propor e ajudar a nossa região, dentro das limitações em obedecer ao que é burocrático, é só propor. Dessa forma a população não vai ficar desassistida por causa da burocracia, e a gestão pública não será taxada de negligente por tentar vencer a burocracia em prol do atendimento ao cidadão. Posso assegurar que tem gestor que tomou providências quanto o entrave profissional.
Fonte: Aurimar Lima
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