Sábado, 13 de julho de 2024 - 08h15

Uma nova fiscalização surpresa foi
realizada pelo Tribunal de Contas (TCE-RO), na madrugada desta sexta-feira
(12/7). Os auditores retornaram às unidades de pronto atendimento (UPAs) e
policlínicas de Porto Velho.
O TCE avaliou, principalmente, a
disponibilidade de profissionais de saúde, o armazenamento e fornecimento de
medicamentos, a oferta de exames conforme as necessidades emergenciais e a
qualidade do atendimento prestado pelos profissionais de saúde.
Nesta sexta-feira, as equipes foram
mobilizadas e vistoriaram as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Zona Sul
e da Zona Leste, o Pronto Atendimento Ana Adelaide e o Serviço de Atendimento
Médico de Urgência (SAMU).
Na ocasião, o Tribunal de Contas
constatou que havia unidade sem atendimento médico, porque os profissionais
estavam “dormindo” naquele momento.
Foi o caso, por exemplo, do Ana
Adelaide. Os auditores verificaram pacientes em fila de espera, em torno de uma
hora. Havia apenas uma médica atendendo e três profissionais no chamado
repouso.
Naquela unidade, foi constatado ainda
que o aparelho de raio-X está sem funcionar, há duas semanas. Também faltam
insumos básicos e há demora no atendimento.
SAMU
Quanto ao SAMU, o TCE verificou que as
ambulâncias constam com quatro equipes, mas só duas em condições de atender,
devido à falta de macas.
Isso porque, em razão da ausência de
leitos nos hospitais, as macas acabam sendo utilizadas para esse fim, naquelas
unidades de saúde.
Desse modo, a ambulância fica sem o
equipamento e impedida de sair para realizar novos atendimentos.
FALTA DE SEGURANÇA
Outro ponto levantado pela equipe do
TCE: ausência de segurança para os profissionais e usuários das unidades de
saúde.
Já nas UPAs da Zona Sul e Leste, o
cenário foi de pouco movimento de pacientes. Em relação às escalas, foram
registradas ausências pontuais de plantonistas.
AGILIDADE NAS PROVIDÊNCIAS
Em razão do que foi constatado, o
Tribunal de Contas já entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde,
responsável pelo gerenciamento das unidades.
Foi informado, pela gestão municipal,
que o novo aparelho de raio-X já está em processo de licitação.
Novamente, o TCE cobrou rapidez na
adoção das providências necessárias para o efetivo e bom atendimento à
população, que necessita dos serviços.
A ação se harmoniza com diretrizes do
TCE-RO de fazer a Indução para Efetividade de Políticas Públicas, em favor,
primordialmente, do cidadão, e o Controle Externo Orientado por Dados (CEOD),
ao aproveitar melhor os servidores que atuam diretamente na área de
fiscalização.
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