Terça-feira, 15 de novembro de 2011 - 08h43
Pela primeira vez na América Latina, os médicos brasileiros realizarão duas cirurgias de ponte de safena sem abrir o peito dos pacientes. O procedimento robótico faz o doente sangrar menos, ter menor risco de infecção, além de receber alta da UTI mais rapidamente.
São, ao todo, 12 profissionais que realizarão hoje e amanhã a operação no Hospital Israelita Albert Eistein, em São Paulo. Atualmente, a cirurgia de ponte de safena exige que o peito do paciente seja aberto por meio de incisão de mais de 30cm de comprimento.
Com os sistemas robóticos, será possível operar o coração por meio de três pequenas incisões no peito, com cerca de um centímetro de diâmetro cada. O trabalho do médico é o de guiar as mãos de um robô, usando um joystick parecido com o dos videogames.
Um cirurgião humano, por mais habilidoso que seja, está sempre sujeito a pequenos tremores de mão, causando danos ao paciente. A operação será feita pela equipe do cirurgião cardíaco, Robinson Poffo, que desfaz o mito de que o robô trabalha sozinho nesses casos.
De acordo com o médico, não é qualquer paciente que se encaixa no perfil da cirurgia cardíaca por robô. As principais indicações são o tratamento de problemas de válvulas cardíacas, cardiopatias congênitas e correção da fibrilação atrial.
A Cirurgia Cardíaca Minimamente Invasiva Videoassistida já é utilizada há mais de 10 anos na Europa e nos Estados Unidos. O médico anestesista Alexandre Teruya, que faz parte da equipe, disse ao repórter Leandro Andrade que adota o mesmo procedimento das cirurgias convencionais.
Atualmente, são realizadas 50 mil cirurgias cardíacas por no ano, no Brasil. Desse total, a metade é de ponte de safena.
Fonte: Rádio Jovem Pan
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