Terça-feira, 25 de outubro de 2011 - 17h39
A paralisação dos médicos que prestam serviços ao Sistema Único de Saúde –SUS em Porto Velho foi marcado por um ato realizado em frente ao Hospital João Paulo II (o único pronto socorro do Estado), onde profissionais e acompanhantes de pacientes internados na unidade revelaram insatisfação com a estrutura e serviços prestados. O presidente do Sindicato
Médico de Rondônia - SIMERO, Rodrigo Almeida de Souza, disse que a manifestação foi feita com o objetivo de chamar a atenção das autoridades e da sociedade para a situação do sistema de saúde pública.
“Queremos que o SUS melhore, queremos gestão melhor e melhores gestores”, disse o presidente do SIMERO aos jornalistas que cobriam a manifestação. Ele disse que todos os profissionais da área de saúde são solidários ao movimento e lamentou que muitos deles não pudessem estar presentes para revelar a preocupação que sentem com os serviços prestados no Hospital João Paulo II.
Segundo Rodrigo Almeida, os pacientes também gostariam de dizer o que sentem, mas estavam proibidos de se manifestar pela direção do hospital. “Eles falariam sobre a situação que estão passando, mas estão impedidos”, disse o presidente do SIMERO.
A doméstica Sinéia Vieira de Souza, que veio do município de São Miguel do Guaporé, relatou que acompanhava uma amiga, vítima de acidente, e não sabia se a paciente estava sendo atendida. “Vivo momentos de incerteza, pois não sei o que está acontecendo aí dentro”, disse ela. Um vigilante que não quis se identificar disse que seu pai está internado há mais de um mês e aguarda uma cirurgia, que ainda não tem data para acontecer. “Eles não providenciam e não informam quando vai acontecer a intervenção”, queixou-se.
O presidente do SIMERO disse que em Rondônia, o protesto tem apenas o objetivo de chamar a atenção das autoridades para que dêem melhor atenção ao SUS para o bem da população. Ele destacou, ainda, que em alguns estados a paralisação pode durar até três dias. Rodrigo Almeida acrescenta ainda que a população pode denunciar falhas nos serviços prestados pelas unidades de saúde através do telefone 3223-0907 ou pelo e-mail simerosecretaria@hotmail.com
Sobre a mobilização nos outros municípios, o presidente do Simero informa que somente nesta quarta-feira será possível fazer um apanhado do que foi o protesto nas unidades de saúde do interior.
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