Quarta-feira, 10 de outubro de 2007 - 08h15
Na data em que se comemora o Dia do Médico, 18 de outubro, médicos de todo o Brasil se mobilizam para reivindicar melhorias de trabalho com ênfase em valorização salarial, condições dignas de atendimento à população e o eixo do financiamento centrado na defesa da regulamentação da emenda constitucional 29.
A falta de condições de trabalho, segundo o tesoureiro do CFM (Conselho Federal de Medicina) médico Hiran Gallo, é uma das principais causas dos supostos erros médicos. Setenta por cento dos supostos erros médicos denunciados em todo o País são decorrentes das péssimas condições de trabalho. Um exemplo disso é o desfibrilador, um aparelho fundamental e que falta em muitos hospitais, destaca o médico.
Hiran Gallo explica que o CFM não faz política classista, isso é responsabilidade dos sindicatos e associações, mas intervém pelo médico tendo em vista a melhoria no atendimento ao público. Os médicos paralisarão suas atividades por pelo menos 30 minutos num ato simbólico de revolta e comoção nacional em prol, principalmente, dos profissionais que atendem a região Nordeste. Eles são castigados com baixos salários e péssimas condições de trabalho, explica Hiran Gallo.
Para moldar a criação de comissões estaduais com representação dos Conselhos Regionais, sindicatos e associações estaduais. Uma comissão com representantes do CFM, Associação Médica Brasileira e Federação Nacional dos Médicos foi formada na última terça-feira. A comissão foi formalizada durante reunião das instituições em Brasília.
O próprio Ministro da Saúde - José Gomes Temporão - participou da reunião e reconheceu a legitimidade das reivindicações dos profissionais que trabalham com o SUS (Sistema Único de Saúde).
Fonte: Cremero
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