Terça-feira, 12 de abril de 2011 - 20h30
A Maternidade Municipal Mãe Esperança, vai realizar no próximo dia 15/04, de 08h às 18h, em seu auditório, a 1ª Oficina de Convivência dos Servidores. Cerca de vinte e cinco profissionais, entre enfermeiros e técnicos de enfermagem estarão participando. Segundo a
diretora da unidade, doutora Ida Peréa Monteiro, a atividade faz parte do programa de Humanização que é desenvolvido desde a inauguração da maternidade. “Todos os anos desenvolvemos seminários, oficinas e capacitações para que nossos servidores possam atender a população com a melhor qualidade possível e o trabalho de humanização é essencial”, disse Ida.
Desde o inicio deste ano a maternidade através do Núcleo de Estudos Permanentes (NEP) realizou cursos sobre o Aleitamento Materno, Adoção e seus Caminhos Legais e ainda orientações sobre o projeto Paternidade Responsável. “Estes cursos que são oferecidos aos profissionais que lidam diretamente com os pacientes garantem um atendimento mais eficiente. Enfermeiros e técnicos passam não só a atender o paciente, mas orientar sobre diversos assuntos pertinentes”, afirmou.
De acordo com a diretora vários estudos apontam que a atitude do profissional diante da família pode amenizar qualquer tipo de sofrimento. “Por isso é importante que ele esteja preparado para este acolhimento humanizado, que leve em consideração também o aspecto social e psicológico, para que o atendimento seja mais eficiente”, explicou.
César Batista, coordenador do NEP, explica que são realizados de 9 a 10 cursos por ano e os servidores participam da seleção dos temas. "De acordo com as necessidades das equipes, a gente monta o cronograma de cursos, e essa participação de todos os profissionais neste processo ajuda a melhorar o atendimento público", citou.
Reconhecimento
O trabalho humanizado realizado na Maternidade Municipal já rendeu à unidade o certificado “Hospital Amigo da Criança”. A Maternidade é a primeira no Estado a receber a titulação, conferida às unidades de saúde que se preocupam com a redução da mortalidade infantil. Ida Peréa explica que diversos projetos e programas são desenvolvidos para que não só a mortalidade infantil seja reduzida, mas que estas crianças e mulheres tenham um atendimento qualificado e que possam sair da unidade orientadas sobre o aleitamento, os cuidados com a sua saúde e a da criança e ainda sobre o planejamento familiar.
Fonte: Meiry Santos
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