Segunda-feira, 27 de agosto de 2012 - 11h36
Ele explica que com o aumento das cirurgias e novos leitos, os exames de risco cirúrgico ultrapassam a média mensal de mil procedimentos, podendo esta média aumentar devido à quantidade de cirurgias em pacientes internados e a serem internados para cirurgia. Outros exames podem ser solicitados, dependendo do porte da cirurgia (média e alta complexidade) e aos pacientes com histórias de acidente vascular cerebral (AVC - conhecido como derrame), infarto agudo do miocárdio, diabetes, hipertensão arterial severa, entre outros.
O diretor geral do Hospital de Base, médico Jean Negreiros, fala da importância dos exames e avaliações do risco cirúrgico, que é uma prevenção necessária, do menor ao maior procedimento, prevenindo assim o menor risco possível ao paciente, pois todo e qualquer procedimento cirúrgico só é realizado quando o paciente se encontra em condições clinicas favoráveis para ter um pós-operatório adequado e mais rápido. “O sucesso da cirurgia começa com o exame e avaliação de risco cirúrgico correto”, diz Negreiros.
O secretário de Saúde, Gilvan Ramos falou da aquisição dos investimentos do governo na compra de novos equipamentos, tais como cinco eletrocardiógrafos, endoscópio, automação do laboratório de análises clínicas do HB, treinamento e capacitação de pessoal, novas instalações, reformas prediais e com o bom desempenho dos servidores, as cirurgias efetuadas no HB, que são de média e alta complexidade, vêm apresentando excelentes resultados, e que os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), a cada dia estão melhores assistidos, finaliza Gilvan.
Fonte: Decom / Wilson Souza / Sesau
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