Segunda-feira, 7 de dezembro de 2009 - 16h39
O projeto Educação Médica Continuada, voltado para capacitação e aperfeiçoamento dos profissionais de medicina realizou na sexta e sábado (03,04/12) o seu oitavo modulo. Ginecologia e obstetrícia foram os temas deste módulo. O Curso de Educação Médica Continuada é uma promoção do Conselho Regional de Medicina (Cremero) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), para manter a classe médica de Rondônia atualizada e em sintonia com os avanços da área.
O médico especialista Eduardo Borges da Fonseca, diretor-técnico do Serviço de Saúde do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e presidente da Comissão de Medicina Fetal da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) foi o palestrante deste módulo.
Pela quarta vez em Rondônia, ele acha importante esse programa de educação continuada oferecido, já que, segundo ele, o médico não tem tempo de buscar essas informações no dia-a-dia. Então, cabe às grandes associações como o CRM, trazer profissionais pra discutir problemas locais e buscar soluções.
Ele lembrou ainda que atualmente existe um medo generalizado da classe medica brasileira de ser processada e, por conta disso vive-se a política do “vamos preencher tudo no prontuário que é a nossa defesa”. Ainda segundo Eduardo da Fonseca, o que deveria constar no prontuário seria a análise de todos os parâmetros em defesa do paciente e não em defesa do médico. “Essa é a mensagem que eu gostaria de deixar não apenas para os médicos de Rondônia, mas do país todo que vive essa neurose, esse medo de processos”, disse.
Temas
Trombofilias adquiridas e hereditárias, aspectos atuais da prematuridade e síndromes hipertensivas foram alguns dos temas discutidos durante o encontro que contou com a participação de médicos da capital, do interior e acadêmicos do curso de medicina.
A médica Jeane de Oliveira, que atua na área de ginecologia/obstetrícia em Pimenta Bueno elogia a iniciativa do Cremero e faz uma observação. “Acho que o curso do Cremero extremamente importante e temos que reconhecer que realmente está oportunizando atualização. Só faço a observação de que o curso deveria ser levado para uma cidade na região mais central do Estado, para facilitar o acesso de todo mundo. Tem muita gente que não pode vir por causa da distância” observa.
Fonte: Ascom/Cremero
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