Segunda-feira, 28 de março de 2022 - 08h36

Um documento do Conselho Nacional
das Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) enviado ao Ministro da Saúde
Marcelo Queiroga alerta sobre a dificuldade que os municípios brasileiros têm
enfrentado para aquisição de alguns medicamentos, pois percebeu-se por parte da
indústria farmacêutica o desabastecimento de medicamentos injetáveis de uso
hospitalar e pré-hospitalar.
A secretária de saúde de Rolim de
Moura, Simone Paes, informou que as pesquisam mostram que a maior dificuldade se
encontra no fornecimento dos seguintes medicamentos:
DIPIRONA MONOIDRATADA 500MG/ML
SOL INJ
OCITOCINA 5UI/ML SOL INJ,
NEOSTIGMINA 0,5MG/ML
Simone Paes destaca que o
documento informa ao Ministério da Saúde preocupação dos gestores de saúde com
a constatação e publicação de descontinuidade de produção de um ou mais
fabricantes, o que alerta para os impactos no acesso a estes medicamentos. Há
relatos e registro do aumento dos preços praticados por “quem ainda tem algum
quantitativo para vendas”.
Os secretários de saúde dos
municípios solicitam ações urgentes do Ministério da Saúde para intensificação
da regulação do mercado e uma articulação forte com o setor farmacêutico para
que possamos ter acesso garantido e a oferta regular e sustentada destes
tratamentos, afirmou Simone.
Foram identificados problemas
relacionados a compra e disponibilização de medicamentos injetáveis, sendo que
3 destes concentraram os achados. Os principais problemas estão relacionados a
Fracasso nos certames; Certames desertos; Desistência dos fornecedores;
Suspensão das entregas programadas; Prorrogação das entregas para mais de 90
dias.
A justificativa dos laboratórios
para o desabastecimento dos medicamentos é por motivos comerciais, alguns
informaram que estão fabricando normalmente, mas devido demanda, não estão
conseguindo suprir o mercado. Outro informou que está fabricando normalmente,
mas que o laboratório possui uma capacidade de produção de 6 milhões de ampolas
ao mês e a demanda está de 30 milhões ao mês.
Resolvemos encaminhar o documento
pedindo socorro ao ministro Marcelo Queiroga para que o Ministério da Saúde
possa intervir juntos as indústrias para regular o mercado, para que não falte
medicamentos nas unidades de saúde, pois no painel da ANVISA há registro de
descontinuação, seja definitiva ou temporária e são medicamentos essenciais
para atendimento hospitalar e pré-hospitalar, afirmou a secretária.
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