Sábado, 12 de setembro de 2009 - 17h22
Atendendo convocação do Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia (COREN-RO), o Conselho Estadual de Saúde, Sindicato dos Profissionais de Enfermagem e servidores da categoria que atuam no Pronto Socorro João Paulo II cobraram da Direção Geral da Unidade uma solução para o caos que está instalado no sistema de saúde local.
No encontro que aconteceu no Auditório, o secretário-geral do COREN-RO, Diogo do Casal, iniciou a reunião destacando o papel e o histórico do Conselho na luta pela melhoria das condições de trabalho e atendimento no maior pronto-socorro do estado. “Não estamos aqui somente para encontrar meios de amenizar a situação, queremos solução para o problema”, enfatizou.
O compromisso do COREN-RO com a questão foi endossada pelo conselheiro Jorge Filho que falou do trabalho de fiscalização na Unidade de Saúde. “Nenhuma denúncia deixou de ser apurada pelo Conselho, sendo assim, a fiscalização continuará atuando em prol da melhoria na qualidade da assistência de saúde prestada à população”, afirmou.
Na ocasião, o diretor geral do JPII, Rodrigo Bastos, reconheceu que a situação é preocupante e desesperadora. Ele afirmou que o Governo está tentando encontrar meios para melhorar o atendimento na Unidade. “A Secretaria de Estado da Saúde está iniciando uma campanha para conscientizar a população sobre quais os tipos de enfermidades que devem ser assistidas pelo João Paulo II, na tentativa de diminuir o número de entradas no Pronto Socorro”, revelou.
O diretor indicou ainda que para resolver totalmente o problema deve-se haver uma regulamentação estadual da saúde e que isso depende diretamente das autoridades. “Com esta regulação, vamos delimitar as categorias de pacientes que são atendidos no hospital, principalmente daqueles que vem dos municípios e muitas vezes sem necessidade”, lembrou Bastos.
Segundo ele, 50% dos pacientes são ortopédicos e que outra solução seria somente fazer o primeiro atendimento e depois enviar para o Hospital de Base para o plantão cirúrgico de ortopedia, se for o caso. “Os médicos também tem sua parcela de culpa para a superlotação da Unidade, pois muitas internações são feitas desnecessariamente, na maioria casos ortopédicos”, enfatizou o diretor.
Em seguida, o conselheiro do COREN-RO, Raimundo Lamarão, questionou que se o problema do JPII é ortopédico, que o Conselho Estadual de Saúde cobre do Estado uma solução para adequar uma Unidade somente para atender esse tipo de paciente. “O aluguel de um prédio e suas adequações seria uma saída viável para melhorar o atendimento”, salientou.
No fim, o conselheiro Diogo destacou que o Conselho irá continuar exercendo o seu papel no sentido de ajudar a encontrar soluções para a saúde pública do estado, e estará acompanhando todo o processo de perto.
Fonte: Coren-RO
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