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Comitê define ações no combate ao aedes aegypti em RO



Em reunião realizada ontem, terça-feira (22), no auditório da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), técnicos, médicos e diretores de vários órgãos que formam o Comitê de Combate ao Mosquito, definiram o plano de ação para mobilização, conscientização e combate ao aedes aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya e o vírus Zika em todas as regionais de Saúde do Estado.

De acordo com o secretário estadual de Saúde, Williames Pimentel, uma das estratégias aprovadas trata da divulgação – de forma bem didática – de todos os riscos que a população corre ao negligenciar a limpeza de seus quintais, estimulando locais que servirão como criadouros do mosquito.

Pit stop, panfletagem nos bairros, uso de carros volantes com spot com informações sobre a doença, a forma de combate e a importância da participação dos moradores nas atividades, devem começar a partir da primeira semana de janeiro.

TEMPO REAL

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O secretário estadual de Saúde, Williames Pimentel, defende ampliação de mutirões

Durante a reunião foi apresentada a proposta de utilizar, nas sala de monitoramento, o um programa de computador que funciona como uma espécie de formulário eletrônico. Com a ferramenta, o Governo de Rondônia, através da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e da Sesau, terá informações em tempo real de casos suspeitos, notificações, resultados de exames e sorologia, entre outras informações.

A proposta é ter um banco de dados atualizado das ações de combate ao mosquito. A iniciativa vai ajudar o estado a ter um perfil detalhado da incidência das doenças e poder reforçar a equipe de combate de acordo com a necessidade do município. O programa é o FormoSus, gerenciado pelo Ministério da Saúde (MS) e pode ser baixado na internet gratuitamente.

ESCOLAS EM AÇÃO
Também foi definida durante a reunião a forma de abordagem nas escolas. De acordo com o secretário, a tática é utilizar alunos, professores e pessoal de apoio como multiplicadores das informações sobre o controle da incidência das doenças transmitidas pelo aedes aegypti.

Williames Pimentel destacou que o material impresso que será utilizado na mobilização feita pelos alunos deve ser altamente didático e deixar explícito que nesta campanha, ao contrário de anos anteriores, a meta é não deixar o mosquito nascer. Ou seja, evitar a eclosão dos ovos.
 


Fonte
Texto: Zacarias Pena Verde
Fotos: Ítalo Ricardo
Secom - Governo de Rondônia

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