Sábado, 24 de março de 2018 - 16h48

Paulo Gondim
Fellow do Colégio Internacional de Cirurgia e Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica, Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva, Membro do Websurgery-Ircad-France, Pós-graduado em Cirurgia Minimamente Invasia e Robótica pelo Ircad/Unicentrex, Membro da Federação Latino-Americana de Cirurgia (Felac), e Cirurgião-Chefe do Complexo Hospitalar Central
A Medicina, em toda sua história, nunca avançou tanto como nas décadas mais recentes. Nesse contexto, essa ciência também não parou de evoluir em Rondônia. À guisa de exemplo, destaco nesta oportunidade a cirurgia minimamente invasiva, sendo a mais recente as realizadas através de minilaparoscopia. Esse avanço difere da consagrada cirurgia laparoscópica visto que utiliza instrumentos de calibre muito menor, com apenas 2 mm de diâmetro, enquanto a laparoscopia convencional utiliza os de 5 e 11 mm.
Além de segura, a nova técnica apresenta vantagens importantes para o paciente, tais como: menor dor pós-operatória (totalmente controlada por analgésicos), deambulação precoce, menor incidência de vômitos e desconforto, retorno mais rápido às atividades habituais e laborativas, e ainda com resultados estéticos muito superiores.
Outro ponto a ser destacado é a utilização, pelos cirurgiões, de cola biológica especial para o fechamento das pequenas incisões abdominais, o que dispensa o paciente de se submeter à retirada dos pontos, podendo o operado tomar banho poucas horas após o procedimento, sem necessidade de curativos.
Atualmente, a cirurgia minilaparoscópica pode ser procedida com segurança e eficácia em colecistectomia (cirurgia para tratar “pedras na vesícula”), apendicectomia, correção de hérnia inguinal, exérese de cistos de ovários e de trompas, tratamento de endometriose, laqueadura tubárias, e em diagnóstico de dor abdominal.
Nossa equipe cirúrgica mantem-se atualizada participando de cursos e congressos médicos, acreditando que através de novas tecnologias poderá otimizar os resultados das terapêuticas ministradas aos pacientes que nos procuram em busca de solução para seus problemas cirúrgicos.
Minha experiência de 30 anos de trabalho diuturno como cirurgião no Hospital Central (Porto Velho) e quase 40 anos em favor da Medicina de qualidade, credencia-me a afirmar que a minilaparoscopia é um procedimento seguro em mãos experientes, desde que realizado sob anestesia geral, em ambiente hospitalar que disponha de estrutura física com UTI, além de equipe médica e de enfermagem adequadamente treinada.
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