Domingo, 1 de abril de 2012 - 07h15
Mesmo com a realização de campanhas preventivas e de conscientização promovidas pelos órgãos públicos, o Câncer de mama é uma das principais causas de morte entre as mulheres no Brasil. Cerca de 50 mil novos casos são diagnosticados anualmente e, somente em 2008, 12 mil mulheres morreram em decorrência da doença, segundo último levantamento feito pelo Instituto Nacional do Câncer, INCA.
“Exposição prolongada aos hormônios femininos, uso excessivo de bebidas alcoólicas e o tabagismo são fatores de riscos que contribuem para estas estatísticas”, esclarece o Dr. Sergio Masili, médico do setor de mastologia do Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp). Ele ressalta que não ter filhos ou engravidar pela primeira vez após os 35 anos colaboram para o desenvolvimento da doença, pois as mulheres menstruam mais vezes, ficando expostas aos hormônios estrogênio e progesterona.
A realização de exames de rotina é primordial. “Descoberto na fase inicial, a chance de cura aumenta e o tratamento é menos agressivo. No caso de mulheres entre 20 e 40 anos, submeter-se a consultas anuais evitam o aumento do número de casos”, completa.
Existem vários tipos de câncer de mama, sendo o Carcinoma Ductal mais comum e o Carcinoma Inflamatório pouco frequente. “A incidência do Carcinoma Inflamatório é menor. Normalmente se apresenta de forma mais agressiva e compromete toda a mama. Não se manifesta em formato de nódulos, mas de inflamações”, informa o especialista.
Prevenções e a importância dos exames de rotina
Após o início da menstruação, o autoexame das mamas é importante, pois em muitos casos os tumores são detectados pela própria paciente. Mulheres acima de 40 anos, devem fazer o exame de mamografia anualmente. Além disso, algumas recomendações para evitar a enfermidade como minimizar o consumo de alimentos gordurosos, controle do peso e a prática de atividades físicas ajudam na prevenção.
Fonte: SP Saúde
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