Quinta-feira, 30 de março de 2023 - 09h29

No texto abordaremos os
Direitos Humanos como fundamento da revolução sistemática, no bojo da
Democracia Coletiva.
Desde Thomas Paine, os
direitos humanos são a ponta de lança de um processo agudo de transformação,
convulsão, revolução social.
No atual estágio da
Democracia Coletiva - de amplo acesso ao direito de (livremente) ensinar e
aprender - temos condições técnicas para avançar rumo à globalização dos
requerimentos pelo alcance e eficácia dos Direitos Humanos Fundamentais,
especialmente quando pensamos no nosso povo pobre, negro e oprimido.
Vimos grandes movimentos em
favor da descompressão social, de Seattle às Revoluções Coloridas (todas
totalmente conectadas pelos celulares precários de suas épocas).
Então, por que não podemos
convulsionar novamente o Poder Público, seu staff, o mercado excludente, a
apostasia das castas do Judiciário e do Legislativo, para que os oprimidos e
oprimidas desse país tenham voz, sua vez, seus direitos garantidos?
Podemos e devemos.
Já provamos nossa presença
em inúmeras situações requerendo direitos fundamentais: nas Diretas Já!, no
#Elenão, e em tantas outras mobilizações populares.
Então, nossa Democracia
Coletiva pode ser parte integrante dessa revolução permanente, global, integrada,
estimulante.
Todos nós que estamos aqui,
configuramos, confabulamos formas incisivas, não só incidentes, de superação
das condições negativas impostas aos Direitos Humanos.
Neste exato instante,
estamos articulando uma rede muito ampla de efetiva conectividade entre a
inteligência coletiva (telemática, informacional) e a inteligência social: essa
capacidade de nos vermos como humanos, sem nenhuma forma ou força de
desconsideração, desconfiança, do Imperativo Categórico que nos obriga à plena
aceitação, defesa e promoção dos direitos da humanidade.
Neste exato momento, somos
eixos, valores e vetores fundamentais da Democracia Coletiva.
A Democracia Coletiva é, precisamente, essa notável possibilidade de unificação entre a inteligência coletiva (ensinada por Pierre Lévy) e nossa infindável condução pelas rotas da humanização, isto é, falamos aqui do miolo da inteligência humana, logo, social.
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