Quarta-feira, 10 de novembro de 2010 - 13h39
Em seu pronunciamento no Plenário da Câmara nesta quarta-feira (10), o Deputado Federal Eduardo Valverde (PT), comentou sobre as pretensões do Brasil em, assim como a Índia, compor o Conselho de Segurança da ONU.
A Índia que é uma potência atômica obteve esta semana o apoio público dos Estados Unidos à concorrência da vaga.
O Conselho de Segurança é composto por 15 membros, sendo 5 membros permanentes: os Estados Unidos, a França, o Reino Unido, a Rússia e China, sendo que cada um destes membros tem direito de veto. Os outros 10 membros são rotativos e têm mandatos de 2 anos.
De acordo com Valverde, a participação do Brasil nesse conselho que trata dos assuntos sobre segurança mundial, tendo o poder de autorizar uma intervenção militar em algum país, se justifica pela característica diplomática, política e sobretudo, comercial entre o hemisfério norte e o hemisfério sul.
“ O Brasil é hoje nação líder do processo de relação entre o hemisfério norte e o hemisfério sul. E, ninguém melhor do que o Brasil, que conhece os dois lados da questão, para contribuir nas definições sobre as intervenções militares no mundo ”, justificou.
Segundo o parlamentar, o desenho atual do planeta, a correlação de forças não é a mesma que resultou da Segunda Guerra Mundial. Portanto, ressaltou ele, não dá manter o mesmo cenário como se o mundo fosse ainda oriundo da Guerra Fria.
Em sua visão, os grandes condutores da economia mundial são os países emergentes, que até então eram considerados de Terceiro Mundo, e por isso, é legítimo que um desses países participe do Conselho de Segurança da ONU.
“Se a economia mundial depende de trocas comerciais desses países, e o Brasil é um dos principais atores nesse cenário, certamente aquele clube de cinco (Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia e China) precisa ser ampliado”, ressaltou.
Concorrer a uma vaga no Conselho, não significa passar a ser uma Nação bélica, lembrou Valverde, mas, um País que faça respeitar o seu protagonismo no cenário internacional.
“Não queremos ser uma potência militar e nem uma potência atômica, mas um país que se defende e que sabe fazer respeitar seus limites territoriais e o seu protagonismo no cenário internacional”, disse.
Valverde lembrou ainda, que é correta a postura do Presidente Lula de nunca ter perdido a oportunidade de reivindicar esse papel protagonista no cenário internacional. Para ele, cabe ao Brasil agora além de dialogar com aliados europeus, se equipar tecnologicamente, afim de não ser só uma potência no caráter econômico, mas também, ser uma potência que faça dissociação no tocante à política nacional de defesa.
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