Sábado, 19 de setembro de 2009 - 13h33
Está virando esculhambação. Sem controle, sem policiamento, sem redutores de velocidade, sem radares e multas, o trânsito de Porto Velho se aproxima de uma situação irreversível de confusão insolúvel. A polícia só aparece quando há acidente e quando o tráfego piorou mais ainda. Não se vê ninguém sendo multado por alta velocidade nas ruas centrais e secundárias, não há quem fiscalize enormes caminhões, que literalmente fecham o trânsito, andando em ruelas onde a proibição deles seria a coisa mais óbvia do mundo. Não há corredores de ônibus e os coletivos, que deveriam andar mais rápido para levar seus passageiros de um ponto a outro, têm que ficar encolhidos, quase parados, atrás de dezenas de carros e motos que andam hora num lado da pista, hora noutro, como se tivessem comprado a rua e dela se adonassem. As motos, pilotadas geralmente por gente sem experiência e orientação, andam em todos os cantos, ignoram a sinalização, circulam em alta velocidade em alguns casos, ultrapassando os carros pela direita e esquerda. Não é por acaso em que, de cada dez acidentes em Porto Velho, oito envolvem motos. A retirada dos radares e redutores, por decisão judicial, logo no início do primeiro governo Roberto Sobrinho serviu para prepara a cidade para o caos que ela vive. Onde estão os fiscais do trânsito? Onde está a Polícia de Trânsito? Quem deve ser responsabilizado pela zona do meretrício em que está virando o trânsito de Porto Velho? Quem souber as respostas, que levante a mão.... CLIQUE E LEIA A COLUNA "PRIMEIRA MÃO" DO JORNALISTA DE OPINIÃO SERGIO PIRES.
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