Quinta-feira, 2 de junho de 2011 - 14h14
Após uma assembleia extraordinária conjunta realizada no Sintero, em Porto Velho, trabalhadores em educação e policiais civis promoveram uma passeata até a sede do Tribunal de Justiça, onde realizaram um protesto pelo pagamento da ação do salário mínimo, cujos precatórios já foram expedidos há mais de cinco anos.
Os técnicos administrativos educacionais atenderam à convocação do Sintero e lotaram as dependências do sindicato, juntamente com policiais civis convocados pelo Sinsepol.
A presidente do Sintero, Claudir Mata, abriu a assembleia repassando aos trabalhadores os informes sobre as ações que tramitam na justiça, e explicou a situação do precatório do salário mínimo.
Em seguida discursaram o presidente do Sinsepol, Jales Moreira, o advogado Hélio Vieira, o secretário geral do Sintero Manoel Rodrigues e o secretário de assuntos jurídicos Nereu Klosinski.
Segundo os diretores do Sintero, os técnicos administrativos não suportam mais esperar pelo pagamento do precatório. Eles reafirmaram a disposição do sindicato de intensificar a luta para que esse pagamento seja efetuado o mais rápido possível.
O advogado Hélio Vieira lamentou que o pagamento de precatórios pelos governos ainda não é tratado com o devido respeito, pois tratam-se de direito dos servidores que não estão sendo respeitados.
Por volta das 09:30 os servidores seguiram em passeata até o prédio do Tribunal de Justiça, onde foi feita uma manifestação pública.
Todos os discursos reforçaram a necessidade de uma justiça mais ágil para fazer valer os direitos dos cidadãos.
Uma comissão formada pelo advogado Hélio Vieira e por presidentes e diretores do Sinsepol e do Sintero foi recebida pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Cássio Rodolfo Sbarzi Guedes.
Os sindicalistas transmitiram ao desembargador a angústia dos servidores que esperam pelo pagamento. Segundo eles, só depende da justiça para que os precatórios sejam pagos.
O presidente do Tribunal de Justiça informou que o pagamento de todos os precatórios foi suspenso justamente por falta de uma definição sobre as prioridades, já que uma ação questionando a lista de prioridades foi protocolada no Supremo Tribunal Federal e aguarda julgamento.
Existe uma previsão para que o STF defina a questão ainda neste mês de junho. Por isso a direção do Sintero confirmou que vai manter a mobilização e ainda neste mês poderá convocar os técnicos administrativos para nova assembleia e para novas mobilizações.
Fonte: Sintero
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