Quarta-feira, 27 de outubro de 2010 - 12h29
O governador João Cahúlla (PPS), candidato à reeleição, não está falando a verdade nos programas eleitorais quando se refere à situação dos servidores públicos e da educação.
Cahúlla afirmou em um de seus programas na televisão que o menor salário da educação em Rondônia é de R$ 2.000,00, quando, na verdade, o menor salário é R$ 889,83, abaixo do Piso Salarial Profissional Nacional, pago ao do professor de nível 1 em início de carreira com contrato de 40 horas.
De acordo com levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, o salário pago em Rondônia, que já foi o terceiro melhor do país, está, agora, entre os cinco piores, ficando a abaixo de Estados menores.
Para receber o maior salário dos professores em Rondônia, de R$ 2.097,14, o profissional terá que trabalhar 36 anos e atingir a referência 18 na tabela salarial.
Cahúlla também não fala a verdade quando se refere ao pagamento de precatórios. O Sintero possui várias ações judiciais com decisão em última instância determinando o pagamento, que o estado se recusa a pagar.
A ação do salário mínimo dos técnicos administrativos, por exemplo, estava com recursos garantidos no Orçamento do Estado de 2009, mas o governo não pagou.
Segundo a direção do Sintero, havia uma promessa de pagamento neste ano, mas nem isso o governo cumpriu.
Também não mereceu crédito por parte dos servidores a promessa do atual governador de criar uma “gestão compartilhada” na educação, já que o atual governo sequer dialoga com os legítimos representantes da categoria.
Cahúlla se recusou a comparecer à Conferência Estadual dos Trabalhadores em Educação, realizada em setembro, oportunidade em que todos os demais candidatos ao governo assinaram um termo de compromisso com a educação.
Para a direção do Sintero, o fato de Cahúlla ter se recusado a assinar o termo demonstra que o governo não tem compromisso com a educação.
Os diretores do Sintero, que durante todo o mandato do ex-governador Ivo Cassol e do atual governador João Cahúlla, vêm tentando sem sucesso um diálogo com a administração estadual, acham estranho que agora, durante a campanha, o governador promete tudo o que não cumpriu em oito anos.
Fonte: Ascom
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