Terça-feira, 17 de julho de 2007 - 16h59
Os sindicatos de servidores estaduais de várias categorias, juntamente com a CUT, a Força Sindical e os pescadores do Vale do Guaporé, acompanharão as sessões extraordinárias da Assembléia Legislativa nesta quarta-feira, quando cobrarão dos deputados estaduais a votação de matérias de interesse público e pedirão a rejeição de matérias que privilegiam protegidos políticos.
Na semana passada os sindicatos encaminharam documento ao presidente da Assembléia Legislativa, Neodi Carlos Oliveira, em que pedem a suspensão da votação de Projetos de Lei do Executivo que concedam reajustes isolados a determinados segmentos em discriminação da maioria dos servidores. O documento também solicitou a divulgação, com antecedência, da pauta e dos horários de votações das convocações extraordinárias, para que os sindicatos e os servidores possam acompanhar.
Os sindicalistas alertam o presidente da Assembléia Legislativa para o descontentamento geral dos servidores estaduais com o governo do Estado, cuja revolta será ainda mais acentuada se forem votados e aprovados projetos como o que autoriza reajuste de 73% para os secretários de Estado e o que aumenta os salários de diretores de escolas em mais de 100%. Os servidores estaduais, que estão com defasagem salarial de 12% só no atual governo, reivindicam reposição das perdas, mas não estão sendo atendidos pelo governo.
Assinam o documento o SINJUR (servidores do Judiciário), SINGEPERON (agentes penitenciários), SINTERO (trabalhadores em educação), SINTRAER (servidores do executivo), SINDSAÚDE (servidores da saúde), SINDAFISCO (auditores fiscais) SIDERON (enfermeiros), SIMPORO (motoristas), SINDIFISCO (grupo fisco), SINSEMPRO (Ministério Público), SINSDET (Detran), além da Força Sindical e da CUT.
Os pescadores do Vale do Guaporé reivindicam a revogação da Lei nº 1.729, chamada de "Lei da Fome", dispositivo que proíbe a pesca profissional, prejudicando centenas de famílias ribeirinhas que vivem do pescado. A categoria reivindica que os deputados suspendam a aplicação da "Lei da Fome" e realizem um processo de debates e audiências sobre uma nova legislação, visando disciplinar a pesca e a exploração turística, de forma que permita a sobrevivência dos pescadores e a preservação do meio ambiente.
Caso não consigam o atendimento das reivindicações nos próximos dias, as famílias de pescadores atingidas, que residem em Pimenteiras, se deslocarão até a Capital, fazendo uma parada em Ouro Preto, base eleitoral do deputado Alex Testoni, autor da Lei, onde será realizada uma passeata e um ato público. Em Porto Velho, as famílias ficarão acampadas até que as autoridades do Executivo e do Legislativo atendam suas reivindicações.
Fonte: Adércio Dias
Foto: A.Correia
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