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Servidores da Funasa discutem controle e mobilização social em Porto Velho


 
Tem continuidade neste sábado (25), em Porto Velho, no auditório da Fundação de Apoio a Ciência e Tecnologia (Funatec) o ‘Curso de Formação de Educadores em Saúde’, promovido pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa). A formação conta com a participação de profissionais de 18 coordenações regionais da instituição.

Durante o dia de hoje serão discutidos diversas questões relacionadas ao controle social, práticas de educação em saúde e mobilização social. O debate será mediado pelos instrutores Maria de Fátima Marques e Sônia Zanelato, do Ministério da Saúde (MS) e Onivaldo Coutinho, coordenador de Educação em Saúde da Funasa/ Presidência.

A comunicação na sociedade contemporânea, os meios de comunicação e sua influência na formação do conhecimento foi um dos temas discutidos ontem (24), pelos participantes da formação. Esta etapa foi ministrado pela técnica em educação em saúde da Coordenação Regional da Funasa de Minas Gerais (Core-MG) e assessora do Ministério da Saúde, Cláudia Aparecida Rodrigues Gontijo.

Na oportunidade, foi apresentada a estratégia denominada ‘Comunicação para mudança de Comportamento (Combi)’ produto da Organização Mundial de Saúde (OMS), utilizada pela Organização Pan Americana de Saúde (Opas), na trabalho de controle da dengue. Esta ferramenta oferece um enfoque dinâmico para conseguir resultados mensuráveis sobre o impacto no comportamento nos programas em que é aplicada.

Segundo Cláudia Gontijo, a estratégia já fui utilizada em 22 países e no trabalho de controle da dengue nos municípios brasileiros de Porto Alegre (RS), Ibiripé (MG), Sobral (CE) e São Luiz (MA). A proposta foi mostrar como a mesma pode ser adaptada para o trabalho de saneamento básico, realizado pela Funasa.

De acordo com Cláudia Gontijo, o conhecimento é necessário, mas não é suficiente. “Também é preciso impactar o comportamento, pois as soluções técnicas por si só, não conseguem garantir efetivo controle de doenças transmissíveis. São necessárias ações mais focadas, planejadas e estratégicas para atuar em consonância com os objetivos da missão institucional”, ressaltou a técnica.

Os profissionais de educação em saúde que participam do curso também desenvolveram atividades sobre temas como: informação - conceitos e processos-; meios e instrumentos alternativos de comunicação, interface da comunicação com a prática educativa; e educomunicação – a comunicação numa perspectiva educativa.

Fonte: Júlio Aires
 

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