Quarta-feira, 13 de outubro de 2010 - 22h13
Os moradores de Porto Velho já estão acostumados com a presença de servidores da secretaria municipal de Serviços Básicos (Semusb), em seus bairros, que através de mutirões, realizam todo tipo de limpeza e benefícios. Recentemente quem mora nos bairros Odacir Soares, Cohab, e agora do Igarapé, presenciaram máquinas e homens da Semusb limpando, varrendo, pintando, retirando entulhos, encascalhando, drenando, desobstruindo e instalando manilhas para o escoamento de águas das chuvas. Segundo dados da Semusb, até o momento, mais de 70% da programação para o ano dentro do verão amazônico, já foi concluído pela prefeitura.
O sistema adotado é o de mutirão, justamente para alcançar o maior número possível de ruas e áreas atendidas pela secretaria. “Não é fácil percorrer bairro por bairro e limpar cada uma das ruas, dos terrenos e áreas, retirando entulhos utilizando máquinas pesadas. Mas, contamos com várias equipes empenhadas em cumprir com a programação e vamos até o último dia do verão, percorrendo o maior número possível de bairros, para atender determinação do prefeito Roberto Sobrinho”, disse Jair Ramires, secretário municipal da Semusb.
No momento os bairros da zona Sul, ainda estão sendo atendidos, em seguida a zona Leste e outros receberão o mesmo beneficio. Este ano, a prefeitura através da Semusb, está aplicando um asfalto ecologicamente correto em algumas ruas de cascalho. “O prefeito está acompanhando a aplicação desta novidade que é o reaproveitamento do asfalto retirado da BR 364, sentido Distrito de Jacy-Paraná e também da BR 319, que foi removido por uma máquina especial. Esse asfalto seria desprezado, mas estamos dando nova utilidade para ele, revestindo depois de preparada a base, algumas ruas de vários bairros. Inclusive estamos aplicando o material nas passarelas internas do Cemitério de Santo Antônio, para facilitar o trânsito dos visitantes no dia dos finados”, explicou Ramires.
Essas obras com o asfalto alternativo estão sendo realizadas pela divisão de máquinas, “fizemos alguns testes e os resultados são surpreendentes. Quanto mais esse material depois de aplicado nas ruas, sofrer a pressão do fluxo de veículos, mais ele se torna compacto e unido. Porém, da mesma forma que o asfalto quente precisa de cuidados e tem limites, esse também tem a mesma necessidade, por isso é importante que os usuários evitem jogar água servida sobre ele, para que a sua durabilidade seja de maior tempo possível”, informou Wedre Silva, diretor de máquinas da Semusb.
Até o momento foram mais de seis quilômetros de vias asfaltadas através deste sistema.
Fonte: Fabrícius Bariani
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