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Semusa desmente falsas acusações sobre barco hospital e ambulancha



"O Barco Hospital Floriano Riva, alvo de algumas denúncias infundadas por parte de um servidor que poderá responder processo administrativo e por isso está afastado da função, está na verdade aguardando o recurso do Ministério da Saúde para manutenção, que só pode ser feita em Manaus".  A afirmação é da secretária adjunta da secretaria municipal de Saúde, Rita Ferrugem.

Projetado para funcionar como um mini hospital, equipado inclusive com uma semi-uti, o barco Floriano Rivas poderá atender a população até  em situações de média complexidade, mas a assistência não deixou de ser realizada desde que todos os distritos foram dotados de equipes do programa Saúde da  Família.
    
Os milhares de ribeirinhos têm tido a assistência necessária por parte destas equipes, através de seus técnicos, enfermeiros e médicos, não necessitando se deslocarem para a capital na maioria dos casos.


A vigilância do patrimônio

O barco Floriano Rivas em nenhum momento fica a deriva, nem muito menos abandonado. Em regime de plantão, dois vigias se revesam em turnos para que o barco não fique exposto a qualquer depredação. Quem garante é a empresa responsável pela vigilância e proteção patrimonial do barco. "A vigilância é realizada no local durante 24 horas initerruptas do dia, todos os dias da semana, onde só adentram pessoas autorizadas pelos responsáveis" afirma o gerente administrativo da empresa Vigher, Osvaldo Morales.


O denunciante 

O servidor João Ribeiro Nogueira autor das denúncias está afastado da função, conforme solicitação de instalação de sindicância apresentada pelo Chefe da Divisão de Transporte, até que se esclareçam os danos causados a ambulancha conduzida por este servidor. Quando ainda estava no exercício da função, o próprio servidor acompanhou a revisão técnica da ambulancha Rosalina III no momento de sua liberação de funcionamento pela Marinha do Brasil. "Em algumas situações precisamos de mais tempo para consertar uma ou outra ambulancha, que não foram fabricadas e equipadas em nosso estado e isso muitas vezes, dificulta até a aquisição de peças" explica o chefe de divisão de transportes da Semusa, Ilson Marques.    

Fonte: Ascom

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