Quarta-feira, 11 de abril de 2007 - 17h09
Diretores, supervisores e professores das escolas da rede municipal de ensino da Capital se reúnem nos próximos dias 24 e 25 de abril, das 14h às 18h, no auditório da Biblioteca Municipal "Francisco Meirelles", para tratar da ocorrência de violência doméstica contra crianças e adolescentes de escolas públicas. As oficinas fazem parte do projeto "Escola Amiga: Prevenindo a Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes", desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), em parceria com o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Maria dos Anjos (CDCAMA).
Segundo a diretora do Departamento de Apoio ao Educando (DAE) da Semed, Laura Eloísa Rios, o projeto visa contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de valorização, respeito e proteção à criança e ao adolescente, ajudando, assim, a reduzir os maus-tratos, espancamentos e abusos sexuais contra menores. "Esse trabalho começou a ser desenvolvido no ano passado, quando estiveram envolvidas 59 escolas municipais, beneficiando 290 professores, em várias oficinas realizadas durante o ano de 2006", lembra a chefe da Divisão de Saúde Escolar (Dise) da Semed, Valdete da Silva Leite, que diz ter gostado dos resultados apresentados no ano passado.
Durante as oficinas, a assistente social Maria Alice Ribeiro, do Centro de Defesa Maria dos Anjos, vai proferir uma conferência, mostrando o importante papel que o professor representa no combate à violência doméstica. "Vamos preparar os professores para lidarem com essa situação. Eles vão aprender a detectar as crianças e adolescentes que sofrem maus-tratos ou são, de qualquer forma, violentadas em casa, influindo isso no seu rendimento escolar", reafirma Valdete, que acredita nos resultados positivos do projeto "Escola Amiga".
Para o prefeito Roberto Sobrinho e para a secretária municipal de Educação, Epifânia Barbosa da Silva, o projeto "Escola Amiga", seguramente, vai ajudar a reduzir os maus-tratos e os abusos sexuais contra crianças e adolescentes sobretudo aqueles que estudam na rede municipal de ensino de Porto Velho. "A questão, entretanto, não é tão fácil, porque muitas crianças e adolescentes têm medo de denunciar os agressores e, muitas das vezes, as mães são coniventes, quando se trata de padrastos e enteados ou enteadas em fase escolar", ressalta Epifânia.
No entanto, a despeito de todas as dificuldades próprias das circunstâncias do problema, os técnicos da Semed, dentre os quais a coordenadora do Programa de Violência Doméstica Contra a Criança e o Adolescente, Alzenira de Azevedo Maia, acreditam que a partir das oficinas dos próximos dias 24 e 25, os professores e pais terão um melhor controle da situação. "Afinal, todos serão inteirados sobre os preceitos que norteiam os direitos e deveres das crianças e adolescentes, que, por viverem, muitas vezes, em situação de extrema penúria, acabam sendo presas fáceis para as pessoas inescrupulosas" cita.
Fonte: Ascom
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