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Rodoviária de Porto Velho cercada por narcotraficantes e drogados


Numa espécie de desafio à competência das forças policiais, narcotraficantes e viciados em drogas cercam a Estação Rodoviária de Porto Velho e praticam os mais variados crimes e delitos. Alguns grandes narcotraficantes, acostumados à impunidade, estão confiantes na impunidade. O motivo, em tese, seria a vigilância da Polícia Federal, desde o início da campanha eleitoral, direcionada a identificar tipicidades delituosas contra a lisura das eleições ou tentativas de manipulação de intenção de votos. Ante esta hipótese, estão a intensificar o narcotráfico, entre municípios localizados na fronteira entre Rondônia e a Bolívia. Para tanto estariam a operar em duas rotas alternativas: uma, entre Guajará Mirim e Porto Velho; outra, entre Porto Velho e municípios localizados na cognominada “Zona da Mata” e parte do “Cone Sul”.

Quanto aos chamados “boqueiros” e viciados, segundo fontes, a maioria passa o dia dentro de hotéis que funcionam sem alvarás, sem registro de hóspedes e onde os proprietários colaboram ou praticam omissão ou planejada conivência diante das ações delituosas rotineiras: “Nesse quadrilátero entre as avenidas Sete de Setembro, Carlos Gomes, Guanabara e Buenos Ayres existem quase uma dezena de hotéis que abrigam vendedores de drogas e viciados. Na Avenida Jorge Teixeira, ente a Sete de Setembro e a D. Pedro II, é fácil constatar a presença de traficantes, viciados e menores fazendo programas nos hotéis São Cristóvão e Era Dourada. Traficantes vendem droga dia e noite no bar denominado "Anaconda", uma espécie de vergonhoso lupanar instalado ao lado do hotel São Cristóvão, no mesmo trecho da Jorge Teixeira”, denunciou um comerciante à reportagem. “O resultado do intenso movimento de distribuidores e vendedores de drogas e viciados é o aumento dos arrombamentos, furtos e assaltos contra passageiros que precisam embarcar ou desembarcar na rodoviária, arruaças e os mais variados crimes. Eu acho que os narcotraficantes e os boqueiros são iguais aos urubus, os abutres”, disse um taxista.(A/J)
 
 

 

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