Quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009 - 11h21
A Superintendência Regional do DNIT RO/AC conquistou com folga - mais de cinco pontos percentuais à frente do segundo colocado - o primeiro lugar em desempenho no ranking nacional de qualidade de gestão do órgão, superando todos os demais estados da federação.
Rondônia obteve o melhor desempenho do país, com 41,2 pontos percentuais, enquanto a Superintendência do Pará/Amapá, segundo colocada, ficou com 36,0. Para que se tenha uma idéia do significado da conquista, basta citar que São Paulo ficou com um modesto 20º lugar, com 8,1 e Rio de Janeiro, com 1,9%, em último.
O superintendente regional, José Ribamar da Cruz Oliveira, que foi cumprimentado ontem pelo próprio diretor-geral do órgão, Luiz Antônio Pagot, atribuiu o sucesso do trabalho realizado à frente da Superintendência à felicidade de contar com uma equipe de servidores competente e dedicada.
Ele destacou, mais ainda, o comprometimento integral da bancada federal rondoniense com as estradas sem dúvida o mais importante item de infra-estrutura no estado, em função de nossas distâncias amazônicas.
Rondônia já tinha obtido a quarta colocação nacional no ranking de desempenho do DNIT em 2008, depois de anos ocupando o final da fila. Isso foi o que estimulou a equipe técnica e todos os demais servidores da Superintendência a um engajamento ainda mais decisivo, resultando na primeira colocação nacional agora obtida.
Ao anunciar os resultados, o diretor-geral do DNIT, Luiz Antônio Pagot, esclareceu que o ranking permite avaliar não apenas a execução do orçamento por cada célula da autarquia mas, principalmente, exibir o desempenho dos superintendentes considerada sua capacidade de tocar as concorrências públicas.
Para Oliveira, o reconhecimento nacional ao desempenho do órgão não tem caráter meramente honorífico, posto que os resultados desse bom desempenho pode ser avaliado pela própria população rondoniense pela qualidade das rodovias federais do estado. Ou pelo noticiário da mídia registrando os danos causados às rodovias pelas chuvas, enquanto em Rondônia, que também enfrenta tempestades torrenciais, quase não foram registrados problemas.
Há que ser considerado, também, o estado de nossas rodovias federais, especialmente a BR-364, com quase 30 anos de uso. Somente com um trabalho cuidadoso e permanente nos permitiu enfrentar os rigores de nosso inverno sem grandes dificuldades disse Oliveira, para lembrar que a situação vai mudar, para melhor, a partir deste ano, com as obras dos projetos PIR-IV e CREMA, que vão resultar no recapeamento total da BR-364, da divisa com o Mato Grosso à divisa com o Acre.
Fonte: Carlos Henrique
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