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Ribeirinhos do médio e baixo madeira querem usinas com responsabilidade


Aproveitando a vinda a Porto Velho, onde procuraram as autoridades municipais e estaduais em busca de auxilio para as comunidades ribeinhas devido a cheia do rio Madeira, o presidente do Conselho das Associações e Cooperativas do Médio e Baixo Madeira, José Wilson de Melo e o secretário da entidade, Dione Barroso Brito,  visitaram alguns órgãos de imprensa, pois souberam de uma manifestação ocorrida na última segunda-feira, quando as associações que eles representam teriam sido citadas como membros do movimento contrário à construção das usinas hidreléticas do rio Madeira.

Segundo Dione Brito, a Associação de Moradores e Rural de Niterói no Médio Madeira, criada em 2000, não foi contactada  e nem enviou representantes à manifestação. “A comunidade da qual faço parte é favorável ao empreendimento e eu não vou dar trela para esse pessoal que faz baderna. Queremos que as usinas sejam construídas com responsabilidade, como está previsto no projeto, para não repetir a catástrofe que foi Samuel”. Dione acrescente que sempre que convidado participou de reuniões cujo assunto é de interesse da comunidade. “Furnas convidou a Associação e eu participei das Audiências Públicas em Porto Velho e em Calama, depois repassei tudo que ouvi para a comunidade”.

Por sua vez, José Wilsom de Melo, presidente do Conselho que reúne 27 associações filiadas, disse que veio de uma região na Bahia, onde existem seis usinas hidrelétricas “e as pessoas vivem normalmente, e ainda ganham dinheiro com agricultura irrigada, produzindo melão, uva e legumes, que antes era inviável plantar. Quero deixar claro que sempre que convidado o Conselho participa de reuniões e manifestações, mas não permitiremos que o nosso nome seja usado para reforçar uma coisa para a qual não fomos consultados. Estão usando os ribeirinhos para a defesa de interesses próprios. O nosso interesse é comunitário e não pessoal”, concluiu.

Fonte: IDAM

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