Sábado, 10 de março de 2007 - 06h47
O líder do PMDB no Senado, Valdir Raupp(RO), alertou hoje para o fato de que o principal gargalo do Programa de Aceleração do Crescimento(PAC) é a geração de energia.
Durante pronunciamento no plenário do Senador, Raupp disse que o PAC encaminhado pelo Governo Federal ao Congresso Nacional com o objetivo de promover o crescimento da economia a taxas de pelo menos 5% ao ano, corre o risco de não contribuir com o crescimento devido à impossibilidade do país em gerar "energia elétrica em quantidade suficiente para permitir o avanço da economia a passos largos".
Para o senador, uma nova crise de abastecimento na área energética poderá anular todos os demais esforços públicos e privados para tornar o PAC uma realidade. O risco de uma crise no setor é real, frisou Raupp citando dados divulgados pelo jornal Folha de São Paulo que em sua edição do dia 03 de fevereiro. O jornal mostrou que "os níveis de risco de falta de energia superam o aceitável a partir de 2009, ficando mais críticos a partir de 2010".
Lembrou que a escassez de energia poderá em um futuro próximo sinalizar na elevação de preços para aqueles que "precisam contratar fornecimento de energia para os próximos anos, caso dos consumidores livres". Explicou que os consumidores livres são mais de 500 empresas que respondem por um consumo estimado em cerca de 25% do mercado nacional de energia elétrica e podem adquirir a energia de que necessitam de forma livre no mercado.
Citando ainda dados publicados pela imprensa, o senador Raupp afirmou que o preço de megawatt/hora negociado no Brasil tem aumentado em decorrência da geração de energia por termelétricas que tem um preço superior a produzida pelas hidrelétricas, e por problemas da escassez de gás provocados pelos fornecedores bolivianos, a partir da crise Brasil/Bolívia.
Também demonstrou sua preocupação para o fato de que as três usinas hidrelétricas previstas no PAC na região norte: a de Jirau, com 3.300 megawatts e de Santo Antonio, com 3.150 megawatts, no Rio Madeira, e a de Belo Monte com 5.500 megawatts, no Rio Xingu, no Pará, somente vão gerar energia a partir de 2011. "O Brasil precisa crescer para superar o gargalo da geração de energia", finalizou o senador Raupp.
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