Terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 - 10h49
A exploração sexual é uma forma perversa de violação de direitos, pois quase sempre envolve os mais indefesos da sociedade. No Brasil assim como em muitos outros países, a pobreza representa a porta de entrada para a violência, o trabalho infantil e a exploração sexual de crianças e adolescentes. O projeto ViraVida é uma iniciativa do Conselho Nacional do SESI, realizado em parceria com o ‘Sistema S’ (Senai, Senac, Sesc, Sebrae e Sescoop) e com instituições, órgãos públicos e ONGs que integram a Rede de Enfrentamento da Exploração Sexual
de Crianças e Adolescentes existente no país. Seu objetivo é a defesa e promoção dos direitos de adolescentes e jovens vítimas de exploração sexualO ViraVida é um projeto sócio-educativo que promove atendimento psicológico, capacitação profissional e inserção no mundo do trabalho, gerando assim oportunidade efetiva de mudança na vida de jovens entre 16 e 21 anos.
Um processo sócio-educativo
O programa ViraVida consiste em promover a elevação da auto-estima e da escolaridade dos participantes, para que desvendem o próprio potencial e assim conquistem autonomia. O processo sócio educativo está baseado em cursos profissionalizantes construídos a partir do alinhamento entre a demanda de cada mercado e o perfil e as expectativas desses adolescentes e jovens. Os cursos contemplam a necessidade de integração entre formação profissional, educação básica, noções de autogestão. Também asseguram aos alunos atendimento psicossocial, voltado ao resgate de valores e fortalecimento de vínculos familiares. A estratégia está focada em dois planos: interferir nas condições subjetivas que constituem os modos de ser, pensar e agir dos adolescentes e em suas condições objetivas de vida, incluindo situação familiar, de acesso à escola e à saúde, dentre outros direitos sociais básicos.
A combinação entre educação básica e profissionalizante, atendimento psicológico e apoio às famílias tornou-se uma fórmula eficiente de transformação de jovens vítimas de exploração sexual e revelou-se eficaz mecanismo de inserção social ao promover emprego e renda a esses jovens. O projeto ganhou respeito de atores da Rede de Enfrentamento da Violência infantojuvenil ao suplantar a lacuna de atendimento a esse público, em especial aos maiores de 16 anos. O programa, que foi iniciado, em 2008, em quatro capitais — Fortaleza (CE), Recife (PE), Natal (RN) e Belém (PA) — com a meta de profissionalização e colocação de 400 jovens no mercado de trabalho, sendo 100 em cada capital, alcança já todo o País e, em Rondônia, começou a ser implantado em 2010 entrando agora em um nova etapa de consolidação. Os cursos abrangem as áreas de Moda, Imagem Pessoal, Turismo e Hospitalidade, Gastronomia, Comunicação Digital, Administração e Química, apresentando carga horária que varia entre 700 e 950 horas/aula, conforme a modalidade.
Fonte: Sílvio Persivo
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