Segunda-feira, 2 de dezembro de 2013 - 12h01
O presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Rondônia (Ameron), juiz Francisco Borges, foi uma das autoridades convidadas para a abertura da 8ª Mostra Cinema e Direitos Humanos da América do Sul. O evento é uma realização da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, em parceria com o Ministério da Cultura e apoio local da própria Ameron. “Como representantes da justiça, nós magistrados nos preocupamos em apoiar iniciativas como essa, de promoção e defesa dos direitos humanos, sobretudo porque se trata de uma atividade cultural, relevante à sociedade”, pronunciou-se o magistrado ao ser convidado a fazer o uso da palavra.
A abertura contou com a representação da Cia Beiradeira de Teatro, com a performance “Escola do Mundo às avessas”, texto de Eduardo Galeano, direção de Rodrigo Vrech, com o ator Eliseu Braga, a bailarina Andrea Melo e o músico Anderson Benvindo. Também se apresentaram na noite de estreia da Mostra os alunos da Escola Rio Branco que integram o projeto social “Canteiros de Sons”, grupo de percussão com instrumentos musicais feitos de materiais reciclados.
Além do juiz Francisco Borges, também se pronunciaram sobre a importância de se refletir os direitos humanos por meio da arte cinematográfica, o diretor de programas sociais do Sesc, Mauro Arruda e o representante da Pro-reitoria de Cultura da Universidade Federal de Rondônia, professor Paulo Moraes, também apoiadores locais da Mostra.
As mestres de cerimônia, jornalistas Emanuela Palma e Simone Norberto, integrantes do CineOca, Cineclube de Rondônia, que assina a produção local da mostra, em nome da SDH agradeceram a presença de todos, e declararam aberta a programação, iniciada com o filme “História de Amor e Fúria”, uma animação brasileira que propõe a revisão da história a partir de dois personagens ao longo de 600 anos.
O público que compareceu à abertura recebeu kits contendo bolsa, camiseta, catálogo, programa, caderneta de anotações e marcadores, todos os itens com logomarca da Mostra. Ao final foi servido um coquetel oferecido pela Secel, Superintendência de Cultura do Estado.
A Mostra é produzida nacionalmente pela Universidade Federal Fluminense conta ainda com apoio local do Corpo de Bombeiros, da Eletrobras, da Escola Marcelo Cândia e patrocínio da Petrobras e do BNDS. A programação segue até quinta-feira. Ao todo 38 filmes serão exibidos entre curtas, médias e longas, dando uma importante visão do modo como o tema dos direitos humanos é abordado no cinema.
Acessibilidade
Todos os filmes da mostra serão exibidos com closed caption para pessoas com deficiência auditiva. Haverá também sessões com audiodescrição para pessoas com deficiência visual.
A entrada é franca e todo o material gráfico da mostra é distribuído gratuitamente.
Reflexão Social
Para compor a Mostra Competitiva foram escolhidos 24 filmes de diferentes países da América do Sul, sendo 13 longas, 07 médias e 04 curtas. Os filmes selecionados dizem respeito a diversos temas relacionados aos Direitos Humanos, como inclusão das pessoas com deficiência, diversidade sexual, direito à memória e à verdade, população de rua, preconceito racial, direito ao trabalho digno, entre outros, sem deixar de lado a qualidade cinematográfica. O objetivo principal é fortalecer a educação e a cultura em Direitos Humanos a fim de construir na sociedade uma consciência cidadã por meio da promoção do respeito às diversidades, do exercício da solidariedade e consequentemente, da concretização da dignidade da pessoa humana. A originalidade estética e linguística é um caminho para estimular esse debate, fazendo jus à transversalidade que esse universo temático exige. Dessa forma, a Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, possuindo uma diversidade de linguagem e um cuidadoso apuro técnico, assume o desafio de incitar a reflexão sobre temas políticos e sociais.
Fonte: Marco Sales
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