Segunda-feira, 28 de junho de 2010 - 10h56
“O apoio do prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho, aos grupos folclóricos, inclusive com repasse de R$ 200 mil no último dia 5 de junho para a Federação de Grupos Folclóricos de Rondônia (Federon), está sendo considerado como diferencial para a realização do Arraial Flor de Maracujá," declarou o presidente da Fundação Iaripuna, Altair Santos, o Tatá. Ele explica que a sensibilidade do prefeito proporcionou um aumento de 100% no valor repassado a Federon. “Em 2009 foram R$ 100 mil, em 2010 este valor dobrou e já foi entregue visando, principalmente, dar tempo aos grupos de se prepararem para as suas apresentações folclóricas“, reforçou Tatá.
O presidente da fundação lamenta que o critério usado pelo município não foi seguido por órgãos de outras esferas do executivo estadual. Muitos grupos estão com dificuldades para finalizar suas indumentárias tendo em vista que ainda não foram repassados para a Federação os valores prometidos no primeiro bimestre de 2010 por órgãos estaduais. Tatá cita ainda que, a Fundação Iaripuna está desencadeando ações para orientar os grupos para que cheguem com mais facilidade às fontes de financiamento e incentivo às suas atividades. ”Estamos na fase final de instituição do Conselho Municipal de Cultura. Será através dele que muitas das ações financeiras serão mais rápidas. As normas do Ministério da Cultura estão rígidas e os grupos precisam adequar a elas”, disse.
Um dos compromissos que deverá assumir o Conselho Municipal é a preparação dos grupos, sejam folclóricos ou não, com antecedência. De acordo com Tatá é preciso conscientizar os envolvidos nas atividades e eventos culturais para que se preparem com antecedência e o movimento cultural não deve ser tratado fora do contexto social, do contexto da cidadania.
Tatá entende que não se pode chamar um movimento cultural como o junino, por exemplo, de festa de fundo de quintal, isto é um engano lamentável. Altair diz não ser possível aumentar o valor da verba. “O que poderia ser feito o prefeito fez. Lamentamos saber das dificuldades que os grupos estão enfrentando para tirar os ornamentos dos ateliês de costura. Esperamos que até o dia das apresentações tudo se resolva”.
As apresentações de quadrilhas e bois bumbas nos arraiais movimentam um grande número de pessoas, entre costureiros, artesãos e outros profissionais que trabalham exaustivamente visando um bonito espetáculo ao público. Os recursos são utilizados para a compra de roupas e acessórios dos grupos ligados à Federon. "Os recursos liberados pelo prefeito Roberto Sobrinho vieram em boa hora, dando tempo para que os grupos se organizassem e fizessem suas compras", finalizou Altair.
Fonte: Edvino Hübner
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