Segunda-feira, 15 de março de 2010 - 19h32
Equipes das secretarias municipais de Obras (Semob) e de Serviços Básicos (Semusb) percorreram na manhã desta segunda-feira (15/3) os pontos mais afetados da Capital pelo aguaceiro registrado em um período de 9 horas e 30 minutos, desde as 22h30 de domingo (14/3) até as 8h de segunda-feira, quando a estação pluviométrica da Embrapa registrou uma média de 108,4 mm de chuva em Porto Velho, percentual que de acordo com o Serviço de Meteorologia do Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia) representa dois terços de todo o volume esperado para o mês de março, calculado em 273 mm. Segundo o secretário municipal de Obras, Marcelo Fernandes, os bairros que ficam em regiões mais baixas da cidade, como o Igarapé e o Lagoa, foram mais afetados. “Infelizmente, foi um volume de chuva muito intenso e várias ruas que não registravam este tipo de problema ficaram dentro d`água. Para se ter uma idéia, das 21h às 22h do domingo foi registrada uma média de 78,4 mm, mas na medida em que a chuva foi amenizando, a situação retornou ao normal”, segundo Marcelo Fernandes.
Ele explica que a prefeitura conta com o Plano Emergencial de Inverno, que inclui o desentupimento de canais e substituição de manilhas em pontos de alagação A Semob elaborou recentemente um mapeamento de toda a cidade para detectar os pontos mais críticos, que estão sendo alvos de ações da prefeitura, em alguns deles os trabalhos já foram concluídos e outros ainda estão em obras. O plano também inclui um serviço constante de tapa-buracos nas 70 vias de maior fluxo da cidade e o encascalhamento de ruas utilizadas pelos ônibus coletivos da cidade.
Defesa civil
Por outro lado, a Defesa Civil do município está fazendo o monitoramento constante do nível de água do Rio Madeira, com o objetivo de prevenir danos para as famílias que vivem nas áreas ribeirinhas. O trabalho é feito em parceria com o Sipam. De acordo com o coordenador de Defesa Civil do município, Coronel Reinaldo da Silva , nesta segunda-feira o nível do rio registrou 15,8 metros, 30 centímetros a menos do que número registrado no dia 11 de março – 15,38 m. Ele explica que embora tenha sido registrada uma redução do nível do rio, é esperada uma elevação, decorrente das fortes chuvas da noite de domingo e madrugada de segunda-feira. O ponto crítico para alagação do rio – quando ele atinge um número grande de casas – é de 15,50 m a 16 m.
O coordenador da Defesa Civil informa que a prefeitura está atenta para qualquer anormalidade e solicitou à Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) que providencie a aquisição de madeiras para construir passarelas utilizadas por pessoas que vivem em áreas de alagação, se houver esta necessidade. De acordo com o Sipam, a média de chuva esperada para o mês de abril é de 122 mm.
Fonte: Ana Aranda
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