Quarta-feira, 26 de setembro de 2007 - 08h37
Uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça(CCJ) do Senado Federal deverá ser realizada ainda este mês para discutir a Proposta de Emenda Constitucional(PEC) nº 12, que define um regime especial de pagamentos de precatórios de estados e municípios.
A proposta saiu de uma reunião ocorrida na tarde de hoje(25.09) entre o relator da PEC, senador Valdir Raupp(PMDB-RO) e conselheiros da Ordem dos Advogados do Brasil(OAB) dos estados do Maranhão, Minas Gerais, São Paulo. Distrito Federal, Mato Grosso, Rondônia e representantes da ANDES/Sindicato Nacional>
Essa audiência pública segundo informou o presidente da Comissão de Precatórios da OAB, Orestes Muniz. somente será viabilizada graças à ação do senador Raupp que na condição de relator da matéria está aberto ao diálogo o que é fundamental para encontrarmos mecanismos visando aperfeiçoar o projeto original.
O conselheiro destacou que a OAB nacional é contra o leilão proposto na PEC e defende que os precatórios sejam submetidos a uma negociação na Junta de Conciliação na Justiça. A nossa posição é a de que deve haver o seqüestro do pagamento de valores quando não forem pagos os precatórios nas épocas certas, nos seus vencimentos, frisou Muniz esclarecendo que a OAB entende que os estados e municípios precisam assumir a responsabilidade de cumprir a ordem judicial>
O senador Valdir Raupp afirmou que a idéia da audiência pública é reunir além da OAB, representantes de associações de municípios, da Justiça do Trabalho, de instituições financeiras e outros segmentos da sociedade civil.
A audiência servirá para que se encontre uma solução conciliatória para que estados e municípios possam saldar dívidas vencidas calculadas em R$ 120 bilhões, frisou o líder do PMDB, esclarecendo que tem se reunido com vários segmentos da sociedade visando encontrar um equilíbrio no seu relatório.
O líder do PMDB do Senado afirmou, ainda que a situação dos estados e municípios quanto a pagamento de precatórios é bastante crítica devido à falta de recursos financeiros. Estados como São Paulo e Rondônia não pagam precatórios há bastante tempo porque não existe receita. Se quitarem tais precatórios vão atrasar a folha de pagamento dos servidores, justificou.
Fonte: José Ribamar
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