Terça-feira, 24 de julho de 2007 - 21h19
Com vistas as eleições municipais do ano que vem, os partidos já começam a se organizar definindo suas diretrizes e políticas de alianças. Na capital, a mobilização das principais legendas já indica uma antecipação da corrida sucessória, fato corrente também em outras capitais brasileiras.
Maior colégio eleitoral do estado, com quase 250 mil eleitores e com eleições em dois turnos, Porto Velho já assiste os primeiros movimentos da classe política. O prefeito Roberto Sobrinho (PT), escoltado por uma aliança partidária, encaminha seu projeto de reeleição. Na oposição os nomes mais ventilados até agora são os dos deputados federais Mauro Nazif (PSB) e Lindomar Garçon (PV), ex-prefeito de Candeias do Jamari. Garçon ainda não transferiu seu titulo para a capital mas, conforme o calendário eleitoral, poderá trocar de domicílio até o final de setembro.
Outros nomes já cogitados para disputar o Palácio Tancredo Neves, sede do governo municipal são: deputado estadual Alexandre Brito (PTC), vereador David Chiquilito Erse (PC do B), empresário Fernando Prado (PMDB), professor Adilson Siqueira (P-SOL), pecuarista Edgar do Boi (PSDC) e a ex-vereadora Silvana Davis (PSL).
Consideradas até pouco tempo agremiações de ponta no estado, tanto o PSDB como o DEM (ex-PFL), embora já trabalhem na organização dos seus quadros, ainda não tem nomes para a peleja de 2008. Mas tanto o presidente regional do PSDB Hamilton Casara, como o dirigente José Bianco, do DEM, falam que terão nomes a altura da disputa. O nome mais forte dos tucanos, remanescente dos áureos tempos da sigla, seria o do ex-deputado federal e ex-vice-governador Aparício Carvalho.
Mas algumas definições no tocante ao quadro sucessório da capital dependem das alianças firmadas pelos dirigentes estaduais. Os cardeais da política estadual, seja o governador Ivo Cassol (PPS), ou lideranças oposicionistas como os presidentes regionais do PDT Acir Gurgacz e do PMDB, Valdir Raupp ainda estudam o cenário para se posicionar já que as eleições municipais também terão reflexos nas eleições estaduais de 2010.
Fonte: Carlos Sperança - Gentedeopinião
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