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Padre Ton afirma que será ativo defensor povos indígenas



No lançamento da Frente Parlamentar de Apoio aos Povos Indígenas, o deputado Padre Ton (PT-RO) foi escolhido como o segundo vice-presidente do grupo, que será presidido pelo colega de partido deputado Ságuas Moraes (MT).

“Quero ser o pára-choque de todas as discussões que tratam dos interesses dos povos indígenas, especialmente os da Amazônia Legal, onde se concentra 60% dos povos indígenas do Brasil”, disse o deputado, após afirmar que terá uma freqüência assídua às reuniões da Frente.

Para o deputado, é importante a Frente provocar os parlamentares dos estados da Amazônia Legal para uma participação ativa. O deputado citou matéria divulgada hoje (19) na imprensa rondoniense segundo a qual o Ministério Público Federal investiga 110 violações nos direitos dos povos indígenas de Porto Velho e Guajará Mirim.

“Vejam que são apenas dois municípios. Há muito mais no estado, com certeza”, assegurou, lembrando que a população indígena de Alta Floresta é afetada por Pequenas Centrais Hidrelétricas.

Segundo o deputado Padre Ton, a falta de assistência à saúde indígena é um dos principais problemas que afetam todos os povos indígenas, tema que ele espera ver pautado pela Frente. Ele lamentou a ausência do presidente da Funai, Márcio Meira, no lançamento.

Padre Ton citou o trabalho importante feito pelo deputado Eduardo Valverde,morto em acidente automobilístico no mês passado, na coordenação da Frente, o que também foi lembrado pelo deputado Amauri Teixeira (PT-BA). “Existem muitas vozes aqui que representam os grandes, o agronegócio, aqueles que não precisam de vozes. Valverde foi a voz dos povos indígenas, com muita competência. Quero também ser essa voz”, disse Teixeira.

Também fazem parte da composição da Frente os deputados José Penna (PV-SP); Roberto Santiago (PV-SP); Geraldo Resende (PMDB-MS) e Marina Santana (PT-GO).

Participaram da formação da mesa de lançamento da Frente o líder Marcos Apurinã, presidente da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil; a coordenadora-geral da Educação Escolar Indígena do MEC Suzana Martelleti Grillo e o secretário-executivo da Secretaria de Direitos Humanos, André Lázaro.

Fonte:  Mara Paraguassu
 

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