Terça-feira, 27 de março de 2007 - 23h43
Já estão concluídos os estudos preliminares e, graças ao trabalho do senador Valdir Raupp, destinados os recursos orçamentários para a recuperação da BR-364 da divisa do Mato Grosso até o Acre. A obra recapeamento de todo o leito da rodovia deverá começar este ano e vai possibilitar uma solução definitiva para os problemas que hoje são registrados na estrada. Isso, porém, não descarta o trabalho de manutenção, serviço para o qual, à exceção do trecho entre a ponte sobre o Rio Preto e a fazenda Nova Vida, estão contratadas as empreiteiras responsáveis.
A informação é do superintendente regional do Dnit, José Ribamar da Cruz Oliveira, antes de seguir viagem na manhã de ontem para verificar pessoalmente a situação da rodovia de Porto Velho a Cacoal. Ele se fez acompanhar de dirigentes das empreiteiras para registrar os pontos precários e exigir providências imediatas para a melhoria das condições de trafegabilidade da estrada. "A situação não pode persistir" disse ele, para quem é inaceitável essa história de culpar o período chuvoso pela precariedade dos serviços contratados. "Afinal argumenta o empresário assina o contrato conhecendo as peculiaridades climáticas da região e seu compromisso é para o ano todo".
Com relação ao trecho mais crítico Rio Preto-Nova Vida Oliveira explicou que há pelo menos cinco anos nada se fazia ali porque a empreiteira contratada, a Planurb, havia abandonado o trabalho. "Agora, com poucos meses na superintendência do Dnit, conseguimos reverter a situação e rescindir o contrato. O trecho já foi licitado e o Dnit espera apenas o cumprimento dos prazos legais para assinar contrato com a empresa vencedora e dar início à obra". Caso semelhante ocorreu com a empreiteira "ETP", pertencente ao mesmo grupo da Planurb, que abandonou um trecho da BR-364 no sentido Porto Velho-Acre. Oliveira cancelou o contrato e contratou outra empreiteira, que já está trabalhando na área.
O superintendente do Dnit lembra, contudo, que as dificuldades hoje registradas no leito da principal estrada rondoniense decorrem de sua própria exaustão. Afinal, trata-se de um asfalto com 20 anos de existência que, quando projetado, não era possível prever o grande volume de tráfego pesado hoje existente. Uma estatística desenvolvida pela empresa Consol para a Prefeitura de Porto Velho registrou média de 1.200 carretas diárias, a maioria composta por rodotrens, com 30 metros de comprimento. "A 364 não foi preparada para suportar tamanha intensidade de tráfego pesado. Somente sua reforma poderá evitar a repetição dos problemas hoje registrados" concluiu Oliveira.
Fonte: Carlos Henrique
Quinta-feira, 26 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Deputada Federal Cristiane Lopes anuncia filiação ao Podemos
A política rondoniense ganha um novo fôlego com o anúncio oficial da deputada federal Cristiane Lopes. Em um movimento estratégico visando a reeleiç

Encontro de vereadores é aberto na Assembleia Legislativa com presença de autoridades
A União de Câmaras e Vereadores de Rondônia (Ucaver) realizou, na noite de terça-feira (24), no auditório da Assembleia Legislativa de Rondônia (A

Plenário aprova revisão salarial e mudanças no plano de carreira dos servidores da Alero
Os deputados estaduais aprovaram dois projetos de lei complementar que tratam da valorização dos servidores efetivos da Assembleia Legislativa de Ro

Presidente da Fecomércio Rondônia cumpre agenda estratégica com parlamentares na capital federal
O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/Instituto Fecomércio Rondônia e vice-presidente da CNC, Raniery Araújo Coêlho, cumpre uma intensa agen
Quinta-feira, 26 de março de 2026 | Porto Velho (RO)