Sábado, 2 de setembro de 2006 - 09h02
O presidente do Partido da Mobilização Nacional-PMN, Antônio Morimoto, solidarizou-se com o bispo da Diocese de Ji-Paraná, dom Antônio Possamai, que está sendo vítima de ameaças e alvo de acusação movida pelo advogado do governador de Rondônia, Ivo Cassol (PPS), perante o Tribunal Regional Eleitoral-TRE. Dom Antônio é acusado de praticar supostos crimes de "calúnia" e "injúria". Segundo divulgou hoje a rádio Caiari, a acusação teria recebido parecer contrário do Ministério Público Federal/Procuradoria da República-MPF/PG e pode ser reformada.
Segundo Morimoto, um dos que mais trabalhou pela criação do Estado de Rondônia, há hoje em Rondônia verdadeiro clamor popular contra formação de quadrilhas e atos de corrupção, desvios de verbas públicas, impunidade e variados ilícitos noticiados diariamente envolvendo altas personalidades nos Poderes do Estado. Na opinião de Morimoto, o governador Ivo Cassol figura no rol dos acusados porque foi mencionado nas gravações feitas pela Polícia Federal e, também, porque é réu denunciado por direcionamento de licitações, quando prefeito de Rolim de Moura. Segundo jornais de circulação local, regional e nacional, os acusadores do governador Cassol, fazem acusações sobre invasões na reserva Roosevelt, dos índios Cinta-Largas, em Espigão do Oeste, para extração ilegal de diamantes e outras, mas reconhecem que, até sentença condenatória transitada em julgado, Cassol é inocente e não pode ser incluído no rol dos criminosos. A iniciativa de dom Antônio nem de longe teve intenção de caluniar e injuriar. Sua história de lutas de dom Antônio e do arcebispo de Porto Velho, dom Moacir Grechi, em defesa dos Direitos Humanos, das vítimas da exclusão social, desemprego, marginalidade, fome, doenças, enfim, em defesa dos mais pobres, prova que considera todos os seguidores do Cristianismo, e de outras religiões, filhos de Deus.
Dom Antônio recebeu também a mesma solidariedade e manifestações de apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, do arcebispo de Porto Velho, dom Moacir Grechi, Conselho Indigenista Missionário-CIMI, Igreja de Confissão Luterana, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Fórum Transparência, Central Única dos Trabalhadores-CUT e diversas Organizações Não-Governamentais-ONGs. Os seguidores do Cristianismo e de outras religiões defendem, no atacado, ações em defesa da ética, transparência, impessoalidade e probidade no Executivo, Legislativo e Judiciário, em todos os níveis, nos termos da legislação temporal e dos livros sagrados das religiões.
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