Segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 - 13h44
Porto Velho está enfrentando um problema grave com relação ao lixo. Toneladas de lixo são despejadas por mês nas ruas da cidade, a maioria acaba carregada pelas águas das chuvas e acabam se acumulando no sistema de escoamento enchendo as bocas de lobo e se acumulando nas entradas das galerias impedindo que a água escoe livremente. 
No bairro Nacional, a prefeitura executou uma obra de ligação entre o bairro e o centro da cidade através das Avenidas Migrantes e Farquar. Devido a alagação no local durante o inverno, foram construídas grandes galerias para manter o acesso livre para o trânsito. Mas o excesso de garrafas Pets e de outras garrafas de plástico jogadas na via pública, houve o entupimento das galerias que acabaram tendo sua capacidade de vazão reduzida. As conseqüências foram a enchente e a destruição de parte do aterro o que gera mais problemas.
Aumento da demanda
Segundo dados da Secretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb), hoje são geradas no município cerca de 3,4 toneladas de lixo por dia. Há dois meses a produção de lixo da capital era de 2,5 toneladas. “O que tem que acabar em Porto Velho é com esse hábito de muitas pessoas que jogam o lixo em qualquer lugar. Basta dar uma volta em Porto Velho e ver garrafas Pets, copos e pratos de plásticos jogados em qualquer lugar. A sacola plástica de supermercado é uma praga e tudo isto entope os bueiros. Os garis varrem e deixam tudo limpo, em pouco temo, já tem um monte de lixo nas ruas”, explicou Jair Ramires, secretário de Serviços Básicos.
Jair também apontou que, “o problema em si não é o aumento do lixo, pois para recolher todo este material a prefeitura aumentou a frota de caminhões. Houve sim atrasos na coleta justamente por conta de haver mais lixo para ser recolhido e estamos em um processo de adaptação à nova demanda, mas o serviço já está regularizado”, destacou.
O secretário municipal de obras, Marcelo Fernandes, informou que o canal sofreu o fenômeno da erosão devido à grande quantidade de água das chuvas, mas “a quantidade de garrafas e lixos boiando na boca de passagem da galeria era tanta que cobria vários metros da superfície do canal. Antes das chuvas aumentarem a prefeitura recolheu toneladas e toneladas deste material de dentro dos canais, além de pneus, geladeiras e fogões e mesmo assim tivemos problemas. O lixo acumulado provoca o estreitamento da vala e isto quer dizer que a capacidade de receber a água da chuva diminui e acaba invadindo a rua provocando transtornos para as pessoas”, disse Marcelo.
Fonte: Fabrícius Bariani
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