Sexta-feira, 25 de maio de 2007 - 19h05
Catador de lixo há mais de 15 anos, Anacleto Wanderley de Andrade, mais conhecido por Bahia, teve mais um sonho realizado nesta quinta-feira (24), quando o prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho, assinou a ordem de serviço para a construção de uma usina de reciclagem no lixão municipal. A obra vai beneficiar diretamente cerca de 200 catadores de lixo, moradores da Vila Princesa, localizada a 13 quilômetros da Capital.
O empreendimento será concluído no prazo de seis meses, às margens do aterro sanitário, e custará R$ 324 mil. A obra é patrocinada pela Fundação Banco do Brasil, com contrapartida da Prefeitura. "Cheguei aqui na Vila Princesa em 1992. Posso dizer que vi essa comunidade nascer e com a construção dessa usina de reciclagem de lixo, sei que vamos ter um grande avanço, pois será possível melhorar as nossas condições de trabalho, o que vai aumentar a produção e conseqüentemente gerar mais renda a todos os trabalhadores", destacou o catador de lixo e líder comunitário, Anacleto Andrade.
Na reunião com os moradores daquela comunidade, o prefeito Roberto Sobrinho falou sobre a importância da construção da usina de reciclagem, onde os catadores poderão realizar a seleção dos resíduos plásticos, deixando-os em condições de serem comercializados. "Hoje o catador de lixo trabalha exposto ao sol e à chuva. Com a construção do galpão ele vai poder produzir mais, sem ficar exposto à ação do tempo, além de estar fazendo bem a natureza, com a retirada desses resíduos sólidos do meio ambiente", afirmou.
Segundo o prefeito, a Prefeitura tanto estará trabalhando na construção da usina de reciclagem como também apoiando os catadores de lixo na organização da coleta seletiva, de forma que unidos eles possam crescer e expandir as atividades desenvolvidas. A Associação dos Catadores de Lixo da Vila Princesa foi criada há aproximadamente dois anos e atualmente atende cerca de 200 trabalhadores. O ganho financeiro de cada trabalhador varia de acordo com a produção, mas segundo a presidente da Associação, Miriam dos Reis, nenhum dos associados ganha menos que R$ 350 por mês. "A renda dos catadores ainda é pequena, mas com a construção da usina de reciclagem vamos poder dobrar e quem sabe até triplicar a nossa produção, trabalho que proporcionará melhores condições de vida a todas as pessoas que sobrevivem com a venda de lixo reciclável", ressaltou Mirian dos Reis.
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