Quinta-feira, 24 de junho de 2010 - 10h53
Há pouco tempo, deputados do Acre faziam a ambulancioterapia utilizando os serviços de saúde pública de Rondônia. A “tchurma” do Acre que não dorme de touca e – “vamo combiná” – tem uma classe política que briga pelo estado e não pelo umbigo, foi à luta e estruturou o serviço de saúde em pouco tempo. Rondônia ficou no lucro. O paciente do Acre já é tratado no estado sem precisar do nosso HB. Tudo ia bem até que o Acre ficou de cara com o problema que temos também aqui. A falta de médicos com especialidade em neurologia e anestesia. A solução? Importar de Rondônia. Alguns dos melhores de Rondônia puseram o estetoscópio na mala por uma simples razão: o salário é maior. 544 km, visão de serviço público e competência política separam Porto Velho de Rio Branco.
Fonte: Léo Ladeia
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